05/03/2021
Você já percebeu que viver envolve, permanentemente a liderança de si mesmo. Afinal, a cada fração de segundo, do nascer ao morrer, estamos tomando decisões e estas precisam ser íntegras e coerentes com o cenário vivido. Nossos diferentes papéis e personagens entram em conflito, perdidos num mar de impulsos, apegos, emoções e considerações. É preciso liderar com vigor para “colocar ordem” nesse “povo”. Somente assim poderemos enfrentar as tantas surpresas e adversidades presentes, em especial, nos negócios e nas empresas inseridas nesta nossa sociedade tão doentia. Sem contar que neste momento temos a pandemia que, se por um lado gera um grande sofrimento, por outro, traz a necessidade primordial de que PRECISAMOS NOS UNIR PARA NOS CUIDAR, APRENDER E SUPERAR.
Por isso, evite ao máximo os indicadores de NÃO LIDERAR A SI MESMO:
• “Síndrome de super-herói”. Sair correndo para salvar o mundo que está despencando.
• “Deixe que eu faço” ou “tem que” ser feito do meu jeito. É o chamado apego compulsivo.
• “Ser mártir para ser feliz”. Eu sofro, mas faço. Centraliza por que é importante ou é importante por que é centralizador.
Muitas pessoas levantam muita poeira, muito “mimimi” por pouca fumaça.
O verdadeiro líder não é infantil para se abalar diante das turbulências. Sabe que elas fazem parte da vida e por isso não convive com expectativas ou fantasias. A realidade é constituída de fatos inseridos num contexto e este está repleto de pessoas com as mais variadas competências e interesses pessoais.
É preciso aprender com a realidade e seu natural fator surpresa. Tudo passa!
Liderar a si mesmo é aprender com a experiência de cada instante a colocar limites na nossa criança birrenta ou submissa para lapidar a sabedoria do grande ser que você é, e simultaneamente, ter clareza e assumir a responsabilidade coletiva.
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