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Neste 1º de abril de 2026, resolvemos fazer um post diferente do que normalmente rola nas redes: ao invés de criar uma m...
01/04/2026

Neste 1º de abril de 2026, resolvemos fazer um post diferente do que normalmente rola nas redes: ao invés de criar uma mentira nova, vamos relembrar uma mentira real que foi marcante para os usuários do transporte soteropolitano, principalmente para quem utiliza as linhas da Bacia C.

O ano de 2021 foi quando a antiga concessionária Salvador Norte vivenciou seus últimos meses de operação na capital baiana, após 6 anos de contrato com o município para operar a Bacia C, que contemplava as linhas da orla e do centro da cidade.

Em seus momentos finais, a operação dessas linhas passou por constantes mudanças. O ponto alto foi a atuação direta da Prefeitura no serviço prestado, utilizando os veículos e funcionários da empresa, que já não apresentava mais condições mínimas de manter a operação regular por conta própria.

Com a situação insustentável, a Prefeitura anunciou que faria uma nova licitação emergencial da bacia, após já ter decidido romper o contrato com a CSN. Essa licitação, de fato, chegou a ser publicada no site da Secretaria de Mobilidade por diversas vezes, mas sempre acabava sendo cancelada devido a irregularidades.

Após diversas tentativas, a última deu indícios de avanço. Porém, o prefeito da capital veio a público momentos depois alegar que as empresas interessadas não apresentaram condições suficientes para assumir a bacia e, por isso, a licitação emergencial seria cancelada mais uma vez.

No fim, ele anunciou que a operação “emergencial” da bacia ficaria por conta das outras duas empresas restantes no sistema, que passaram a dividir as linhas entre si e chegaram a adquirir mais de 150 veículos para tentar amenizar a ausência dos cerca de 300 que operavam pela CSN. E foi o que aconteceu.

Hoje, 5 anos depois, já está mais do que claro que a operação “emergencial” se tornou definitiva, e que o sistema se adaptou à sua nova divisão. A própria Bacia C sequer existe mais, sendo chamada de “Área Simultânea” pelas operadoras — o que, na prática, reflete bem a realidade. Há bairros, como a Boca do Rio, que já não têm praticamente nada do sistema original da licitação de 2015.

E, infelizmente, isso não é uma mentira de 1º de abril.

📸 Rodrigo

Em quatro dias fará exatamente um mês que os moradores do bairro de Stella Maris, na capital, passaram a contar com um n...
18/09/2025

Em quatro dias fará exatamente um mês que os moradores do bairro de Stella Maris, na capital, passaram a contar com um novo atendimento para a Estação Mussurunga — ou melhor, uma versão aprimorada de um serviço que já existia.

Trata-se da nova versão da linha 1078, a 1078-01 (Estação Mussurunga x Stella Maris). Pelo nome, não é possível identificar a principal mudança, pois ela está mesmo é no seu itinerário, visível na bandeira dos ônibus.

A nova versão, que é a primeira variação já implantada na história da linha, traz uma alteração que chama atenção: ela não atende ao fim de linha do Abaeté, em Itapuã. Diferente da linha principal, que atende a localidade nos dois sentidos, a 1078-01 segue direto para o Farol de Itapuã, no sentido Stella Maris, e na volta vai direto para a Dorival Caymmi, contornando no Largo de Cira, em vez de subir a Ladeira do Abaeté.

O objetivo principal da mudança é otimizar a viagem dos coletivos que operam a linha 1078, já que foi identificado que, em determinados horários, havia menos passageiros no Abaeté do que em outras partes do trajeto. Por isso, a nova versão roda todos os dias da semana, durante todo o dia, alternando suas viagens com a linha principal. Basicamente, a 1078 cedeu metade de suas viagens para a 1078-01, que foram intercaladas de forma que, na maior parte do dia, uma viagem atenda o Abaeté (pela 1078) e a seguinte vá direto para Stella (pela 1078-01). Assim, foi possível equilibrar melhor o tempo de percurso e o atendimento aos usuários.

Como acontece em toda mudança no transporte, no início houve certa confusão entre os passageiros, principalmente para aqueles que tinham como destino o Abaeté. Com o tempo, porém, muitos já foram se acostumando e passaram a observar com mais atenção a bandeira dos ônibus e seus horários.

👉 E você? Gostou da mudança? Conte pra gente nos comentários!

📸 Rodrigo Vieira - Ônibus Brasil

Quem utiliza o BRT de Salvador diariamente tem notado o aumento na quantidade de veículos maiores em operação nas linhas...
06/06/2025

Quem utiliza o BRT de Salvador diariamente tem notado o aumento na quantidade de veículos maiores em operação nas linhas, a maioria sendo ônibus com 15 metros de comprimento, conhecidos como “trucados”. Eles estão presentes em todas as linhas do sistema diariamente, sendo ainda mais requisitados nos horários de maior demanda. Além deles, a operação também conta com dois articulados de 18 metros.

No entanto, dois tipos de veículos acabaram ficando em segundo plano com a chegada dos modelos maiores. Eles pertencem à frota original do BRT, que entrou em operação em 2022, no momento da inauguração do sistema. Trata-se dos ônibus de 12 e 13 metros, conhecidos como "padrons". Em uma época em que havia apenas uma linha em operação e o número de passageiros era bem menor, eles davam conta da demanda com facilidade. No entanto, com o crescimento do sistema e o aumento do fluxo de usuários, esses modelos passaram a se mostrar ineficientes.

O problema é que, nos horários de pico, a diferença pesa. Com pontos e estações cheios, quando se aproxima um veículo do tipo padrão, os passageiros já sabem que o aperto será ainda maior. Muitos já conseguem reconhecê-los à distância e perdem o ânimo ao vê-los se aproximar, especialmente sabendo que provavelmente já estarão lotados. Aos poucos, esses veículos passaram a ser vistos como o “terror” dos passageiros.

É comum ouvir comparações com o chamado "metrô velho" da CCR Metrô Bahia — apelido dado à frota mais antiga do sistema metroviário, adquirida pela extinta Metrosal. Esses trens, originalmente azuis, são identificados pela numeração de série 1000.

A comparação, claro, não se refere ao estado de conservação ou à idade desses ônibus do BRT, que têm apenas três anos de uso e estão bem cuidados. O problema é a crescente inadequação desses modelos menores à demanda atual, o que fez com que ganhassem má fama entre os usuários.

Hoje, o principal pedido da população é que o BRT adote cada vez mais veículos maiores — especialmente os articulados —, para que o sistema possa oferecer mais conforto e eficiência aos seus passageiros.

E você? Tem andado no "BRT velho"? Gosta da experiência? Comente abaixo!

📸 Divulgação

Criada em 1992, a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) surgiu para operar as linhas férreas que interligam ...
31/03/2025

Criada em 1992, a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) surgiu para operar as linhas férreas que interligam a capital paulista com as cidades metropolitanas. A empresa estatal do Governo de São Paulo substituiu a antiga Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), que era administrada pelo Governo Federal.

Com 33 anos de operação, a CPTM foi responsável por grandes investimentos ao longo das décadas, modernizando as oito linhas do sistema. O que antes era um serviço precarizado e alvo de críticas se transformou em um sistema moderno e eficiente, com algumas linhas chegando a ser comparadas ao metrô.

No entanto, desde sua eleição em 2022, o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) tem demonstrado interesse em privatizar a operação da CPTM. No mesmo ano, as linhas 8 - Diamante e 9 - Esmeralda já foram concedidas à ViaMobilidade, do Grupo CCR. Na semana passada, o Grupo Comporte venceu o leilão das linhas 11 - Coral, 12 - Safira e 13 - Jade e também assumirá a operação da linha 7 - Rubi em novembro, por meio da empresa TIC Trens.

Agora, resta à CPTM apenas a linha 10 - Turquesa, que também está na mira de uma futura concessão. A proposta do Governo de São Paulo não prevê a extinção da companhia, mas sua transição para um papel de fiscalização e suporte nos bastidores das empresas privadas que assumirem as operações.

A decisão estadual vem causando polêmica entre os usuários e especialistas em transpote. Muitos acusam o governo de entregar as linhas "de bandeja" para as concessionárias privadas e a falta de uma fiscalização mais séria na operação da Via Mobilidade, que vem enfrentando problemas operacionais desde que assumiu as suas duas linhas. A empresa, inclusive, já recebeu repasses milionários do governo estatal alegando um reequilíbrio contratual por algumas perdas que a mesma teve.

De toda forma a privatização já está ocorrendo e logo os trens vermelhos da CPTM já não estarão mais presentes no sistema metroferroviário paulista.

E você, o que acha? Comente a baixo:

📸 CPTM: Mobilidade Estadão
📸 Via Mobilidade: Technibus
📸 Tic Trens: Metrô CPTM

Fonte: Governo do Estado de São Paulo, Metrô CPTM e Via Trólebus.

A Atlântico Transportes, uma empresa já bem conhecida pelos baianos, tem ampliado sua atuação no transporte regular de p...
14/01/2025

A Atlântico Transportes, uma empresa já bem conhecida pelos baianos, tem ampliado sua atuação no transporte regular de passageiros, com operações em Salvador, na Região Metropolitana (RMS) e em outras cidades do estado. Entre os serviços mais populares estão as linhas que passam pela BA-099 (Linha Verde), conectando diversas localidades do Litoral Norte a Salvador e a cidades da RMS.

A história da empresa na região é relativamente recente. A Atlântico assumiu a operação das linhas em 2021, após estas serem devolvidas pela antiga Lis Transportes, que operou durante seis anos e havia adquirido as mesmas da veterana Expresso Linha Verde, tradicional operadora da região por muitos anos.

Em 2022, com o encerramento das atividades da antiga BTM, a Atlântico consolidou ainda mais sua presença na Linha Verde, assumindo as linhas que partiam do Terminal Aeroporto para Arembepe, Canto dos Pássaros e Monte Gordo, todas de operação urbana.

Desde então, é notável a significativa melhoria promovida pela empresa em todas as linhas assumidas, especialmente com a aquisição de veículos mais novos. Contudo, como nem tudo é perfeito, diversos passageiros relatam insatisfação com os longos intervalos entre os ônibus, mudanças repentinas nos horários sem aviso prévio e, principalmente, a baixa oferta de serviços em algumas rotas. Muitos desses problemas são agravados pela concorrência desleal com transportes clandestinos que operam nas mesmas rotas, oferecendo preços mais baixos, inviáveis para uma empresa regular competir.

Atualmente, essas são as linhas que atendem a BA-099:

138 - Salvador (Calçada) x Praia do Forte
138.EXE - Salvador x Praia do Forte
138.URB - Terminal Aeroporto x Praia do Forte
415 - Salvador (Calçada) x Porto de Sauípe
415E - Porto de Sauípe x Camaçari
624A - Salvador x Sítio do Conde
626 - Salvador x Itanhi
626A - Salvador x Esplanada
629 - Salvador x Subaúma
807A - Terminal Aetoporto x Monte Gordo
857A - Terminal Aeroporto x Canto dos Pássaros
857i - Terminal Aetoporto x Arembepe
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E você? Já utilizou alguma linha da Atlântico para a Linha Verde?

📸 Felipe Pessoa de Albuquerque

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Desativada em dezembro de 2022, a 0907 (Boca do Rio x Ribeira) já foi considerada uma das linhas de ônibus mais tradicio...
06/06/2024

Desativada em dezembro de 2022, a 0907 (Boca do Rio x Ribeira) já foi considerada uma das linhas de ônibus mais tradicionais da capital baiana. A ligação entre a orla atlântica e a cidade baixa não era tão direta como dito em nosso título, porém, atendia muito bem os usuários das duas extremidades e de quem pegava no meio do roteiro.

O trajeto da linha ainda é muito vivo na cabeça de quem usava ou conhecia, mas vamos relembrar para os desavisados. Na ida ela ia pela Armação, Jardim de Alah, Praça Nossa Senhora da Luz, Itaigara, Shopping da Bahia, Rodoviária, Bonocô, Vale de Nazaré, São Joaquim, Calçada, Mares e Caminho de Areia. Sua volta era quase idêntica a ida, com apenas uma diferenças pontuais.

Antes dos consórcios a responsável por sua operação era a antiga BTU, que atendia a linha com alguns dos carros mais novos de sua frota. Depois a linha foi repassada para a CSN, onde a qualidade da frota caiu, mas sua frequência continuou quase igual. Após a saída do consórcio azul, a linha foi assumida pela Plataforma, onde operou por 1 ano e alguns meses até ser desativada em razão do BRT na ACM. Durante a sua estadia no consórcio amarelo, ela recebeu uma pequena modificação na sua operação com a sua base operacional passando a ser no fim de linha da Ribeira, enquanto na Boca do Rio ela passou a ser circular.

No auge da BTU, e até mesmo no declínio da ultima operadora, a 0907 não deixou de ser lembrada e utilizada por seus usuários mais fiéis, que esperavam os horários, mesmo que poucos, dos coletivos todos os dias. Hoje, quem sai da Boca do Rio com destino a cidade baixa vai encontrar alguns desafios maiores em seu trajeto, que alegam ser mais rápido e confortável.

E você? Lembra da finada 0907?

📸

Endereço

Salvador, BA

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