"APOSENTADO"

"APOSENTADO" "O Aposentado é aquele Cidadão, o Trabalhador de ontem, que deu o seu Suor com Dignidade, enquanto com Saúde podia trabalhar para Construir a sua Nação"

28/04/2018

"Salve Deus! Todo Público, que interessar em conhecer a sua INDIVIDUALIDADE".

28/04/2018

LER NOS TRÁS NOVOS HORIZONTES! CONHECIMENTOS INOVADORES, QUE ENOBRECE A ALMA E EVOLUI O ESPÍRITO.



OS ESPÍRITOS DOS HOMENS! NA VIDA MISSIONÁRIA

A trezentos e vinte 320 séculos a. C. voltam as Naves a revoar sobre a Terra, e desta vez, no continente americano. A Origem das Forças do Vale do Amanhecer a trinta e dois mil anos atrás, umas frotas de naves extra-planetárias pousaram na Terra, e delas desembarcaram homens e mulheres, duas ou três vezes maiores do que o tamanho médio do Homem atual. Sua missão era a de preparar o planeta para futuras civilizações. Para isso, mudaram a topografia e a fauna, trouxeram técnicas de aproveitamento dos metais, além de outras coisas essenciais para aquele período e os que se seguiram. Chamavam-se Equitumãs, e seu domínio do planeta durou 2.000 anos. Depois disso; o núcleo central desses Missionários foi destruído por uma estranha catástrofe, e a região em que viviam se transformou no que hoje se chama Lago Titicaca. Em no livro “2.000 – Conjunção de Dois Planos”: os Equitumãs são descritos com maiores detalhes. Depois disso de 30 a 25 mil anos existiram Missionários Outros, que se chamaram Tumuchys.

Esses eram predominantemente Cientistas, que estabeleceram Avançada Tecnologia, cujo principal objetivo era a captação de Energias Planetárias e extra-planetárias. Foram esses Cientistas os Grandes Construtores das Pirâmides do Egito e incluindo todas, que construíram ainda existentes em várias partes da Terra. Esses e outros monumentos megalíticos foram construídos de acordo com um Planejamento para todo o Planeta. Posteriormente, esses Gigantescos Edifícios foram utilizados pelos Povos que vieram depois para outras finalidades. E os métodos Científicos se transformaram em Tabus e Religiões. Más, a energia armazenada se conserva até hoje preenchendo os propósitos, a que foi destinada. Depois dos Tumuchys entre 25 e 15 mil anos atrás vieram os Jaguares. Estes foram os manipuladores das Forças Sociais que estabeleceram as bases dos Povos e Nações. Mais numerosos que os Equitumãs e os Tumuchys, eles deixaram suas marcas em todos os povos, e é por isso que a figura desse felino aparece em tantos monumentos antigos. Esses espíritos aos poucos foram deixando atrás essas identificações e foram nascendo em meio aos Povos e Nações; que eles haviam ajudado a criar.

A partir daí, podemos entrar na História e Identificar, razoavelmente, as Civilizações que se seguiram até nossa época. Nomes como Chineses, Caldeus, Assírios, Persas, Hititas, Fenícios, Dórios, Incas, Astecas, Gregos e outros, que já nos são familiares pela História. Nessas Raças e Povos, através de milhares de anos, esses experimentados Espíritos acabavam sempre, ocupando posições de mando e se destacavam como Reis, Nobres, Ditadores, Cientistas, Artistas e até Políticos. Nessa movimentação gigantesca, no tempo e no espaço podemos traçar as Origens mais próximas dos Espíritos que, hoje, fazem parte da Missão chamada de Vale do Amanhecer.

A partir dos hititas, depois os jônios e mais tarde, os dórios vamos encontrá-los em Esparta, Atenas, Egito e Roma. Principalmente em Esparta e na Macedônia teve início o percurso que se poderia chamar a “Era Moderna" Partindo dessa origem os destinos dos Jaguares foram convergindo para a Era de Peixes, para o nascimento de Jesus. Aqueles que eram da Falange do Jaguar, que no século XVI tomou o nome de Seta Branca fizeram seu Juramento e Iniciaram sua nova fase, agora sob a "Bandeira Rósea de Jesus e sua Lei é o Perdão. Jesus inaugurou a fase da Redenção Cármica, Sistema Crístico, chamada Escola do Caminho e desde então, esse Grupo de Jaguares passou a agir de acordo com ela. Assim, no decorrer desses quase vinte séculos, os Ciclos Civilizatórios têm sido orientados no sentido da redenção, do ressarcimento e do retorno dos Espíritos para sua origem, a caminho de Deus.

Partindo desse princípio, da ideia, as guerras, as catástrofes e os desenganos passaram a ter um sentido, uma razão de ser, servindo como escola e lição de treinamento para os Espíritos, na sua intelectualidade. Com Jesus nasceu à abertura para a individualidade, onde, antes, só havia caminho para a personalidade. Na Escola do Caminho, o artista é mais importante que o personagem que ele representa. Isso explica porque a visão do mundo só é válida em termos do indivíduo, e não de acordo com padrões condicionadores. As encarnações são como papéis preponderantes e representativos em peças previamente escritas e ensaiadas. Cada artista tem seu papel e seu desempenho e pode melhorar ou piorar a Cena. A peça torna-se boa ou má, de acordo com o conjunto do desempenho. E, como no teatro, também o Público tem o seu papel, pois não se concebe representação sem o Público. Cada peça tem sua mensagem, e o artista é considerado bom ou não, de acordo com sua capacidade de contribuição para que ela seja perfeita. Assim, dentre as muitas peças apresentadas no palco da Vida, nesses 2.000 anos, surgiu à "Estória da Escravidão e o Nascimento da Didática dos Pretos Velhos”.

A Falange dos Jaguares, que hoje compõem o movimento do Vale do Amanhecer são espíritos evoluídos, que já ocuparam personalidades importantes entre os Equitumãs, Tumuchys e Jaguares. Na sua maioria, foram líderes nas ciências, nas artes, nas guerras e na direção dos povos e nações. Isso os tornara orgulhosos e soberbos, e, como conseqüência, eles haviam se endividado muito. Surgida a Era de Jesus, teriam que passar pelo crivo da Humildade, da Tolerância e do Amor, como, aliás; todos os espíritos que iriam compor a humanidade desses dois milênios. Más, para eles, habituados às lideranças, seu papel teria que ser de destaque. E assim aconteceu... Portugal dominava os mares, nos séculos XV e XVI. Seus navios singravam as águas dos continentes, e iam deixando colônias onde acostavam. Dessas colônias, em países considerados exóticos pelos europeus, iam para a Europa as mercadorias especiais, as “especiarias”. Com essas mercadorias vieram, também, os Escravos.

Os Europeus estavam habituados, desde tempos remotos, com a idéia da escravidão de prisioneiros de guerra ou devedores de dinheiro. A idéia do escravo pela simples escravização existia, nessa época, mais na África e no Oriente. Com a vinda dos primeiros escravos negros importados, nasceu sua comercialização, que se tornou importante na Era dos Descobrimentos. No decorrer dos anos, a escravidão se tornou uma instituição, um hábito normal de vida, aceito, inclusive, pelas religiões. Assim era quando o Brasil foi descoberto. Pouco depois do descobrimento, já começaram a vir os primeiros escravos para a lavoura de cana de açúcar. Esse comércio durou até 1888. Para a História, a escravidão ficou registrada como apenas um episódio, às vezes chamado de “mancha negra da História do Brasil” ou como resultante dos fatos econômicos da Época.

Para o plano espiritual, a escravidão foi, na realidade, era o Movimento Redentor, a grande prova dos espíritos missionários, dos endividados, dos orgulhosos, pois tinha o mais profundo sentido Iniciático: a morte, a eliminação da personalidade, com isso obrigando a emersão da individualidade. Como no teatro, em que, às vezes, o artista sobrepõe-se ao personagem, certo número de escravos lançou as bases da etapa final da Escola do Caminho: criando raízes na religiosidade brasileira. Dentre esses escravos estavam um sem número de Jaguares que, por sua vez, haviam sido Equitumãs e Tumuchys. Dois velhos líderes se destacaram, dois espíritos excelsos que, na qualidade de Missionários, se submeteram à difícil provam duas individualidades que representaram os personagens; Pai Zé Pedro e Pai João.

Nos trezentos e setenta e dois anos que durou a escravidão no Brasil, eles foram escravos em duas encarnações. A escravidão tinha o mais profundo sentido Iniciáticos: a morte, a eliminação da Personalidade e o conseqüente nascimento, ainda na Terra, da Individualidade. A pessoa humana perdia sua identidade ao ser escravizada, ou já nascia sem ela, se nascesse filha de escravo. A conseqüência Doutrinária desse fato é de grande importância: não podendo impor as exigências do corpo e da Alma, o escravo era praticamente obrigado a ceder às exigências de seu Espírito. Daí nascerem às práticas Mediúnicas entre os escravos no Brasil. Numa primeira Encarnação, Pai Zé Pedro e Pai João eram escravos vindos da África. Como bons Missionários, foram os primeiros a sentir na carne os rigores da dolorosa experiência encarnatória. Ao envelhecer e serem considerados pelos seus senhores como inúteis, ele, aproveitando a nostalgia natural dos seus companheiros de escravidão, criaram a prática dos “Encantos”.

Esses tradicionais espíritos de grandes chefes, agora reduzidos às figuras de míseros escravos, tinham, também, pertencidos a civilizações em que praticamente não se utilizara a escrita no cotidiano. As ordens eram transmitidas e recebidas pelo Som, pelo comando da voz, pelas senhas secretas, pela magia vibratória. Suas memórias estavam treinadas, nesses milhares de anos, pela gravação dos fatos narrados, cantados, expressos pelo som. Quando o som não se tornava possível, a comunicação era pelo gesto, pela mímica. E assim os escravos se comunicavam, davam vazão aos anseios de seus espíritos, pelo gesto, pela dança, pelos cânticos e pelos gemidos... O instrumento mais simples e mais prático foi o Atabaque.

Pai João sentava-se num toco e tocava seu atabaque. Seu som cadenciado ia formando os Mantras, que se espalhavam misteriosamente nas florestas e nas Almas dos Homens. E assim, lentamente, através do enredo dramático, num palco privilegiado adrede preparado, chamado Brasil: foi nascendo os chamados cultos afro-brasileiros. Como espíritos veteranos deste planeta e integrantes da Missão do Cristo Jesus; Pai João e Pai Zé Pedro eram possuidores da necessária bagagem Mediúnica e Iniciática que lhes facilitava a tarefa. Embora pertencentes a fazendas distantes uma da outra, eles se transportavam e conversavam entre si. Pai João, mais habituado que Pai Zé Pedro aos reinados e Comandos, era o executivo. Pai Zé Pedro, mais místico, executava a Magia. E foram acontecendo coisas extraordinárias nas relações dos Escravos com seus Senhores.

A História; no Brasil está cheia de lances emocionantes que envolveram não só os escravos como, também, os brancos. É preciso lembrar que nem todos os espíritos a serem redimidos haviam nascido como escravos. Todos, porém, tinha uma parte no enredo, todos participavam de uma forma ou de outra, do gigantesco drama cármico. Enquanto isso, as práticas de Magia, os cultos misteriosos e mediúnicos, iam se desenvolvendo entre os escravos, em muitos aspectos envolvendo, também, os brancos senhores. Sob a orientação dos Mentores e a execução de Espíritos Missionários, encarnados, surgiram as práticas religiosas miscigenadoras. Mais tarde, Pai João e Pai Zé Pedro voltaram em novas encarnações, ainda como escravos, mas, desta vez, nascidos na Índia. A partir desse retorno as práticas foram evoluindo, agora com o lastro místico da Índia e do Tibét. Nasceu à Mediunidade Iniciática e, com ela, a passagem de Espíritos Sofredores, na Redenção Mediúnica. Os cultos foram se misturando e fazendo parte de uma Sociedade brasileira ainda incipiente.

Na Europa, nascia o Espiritismo de Kardec e as práticas se misturavam com o Catolicismo Oficial Existente. Essa é a razão da dificuldade na separação das raízes dos Cultos no Brasil. Os historiadores nunca vão encontrar uma linha pura e com sua origem determinada. Mas, no Mundo Espiritual, os Planos prosseguiram no explicativo com naturalidade e objetividade. Enquanto os conflitos Sociais agitavam a superfície dos Males da Alma e do Corpo, o Espírito prosseguia tranqüilo nas suas tarefas de Reajustes. Nesse período surgiu o Episódio das Princesas de Mãe Yara. Havia Sete Espíritos de Mulheres que haviam participado ativamente de muitas Encarnações dos Jaguares. Numa dessas Encarnações, elas haviam morado na mesma Cidade de Pompéia. Essa Cidade do Império Romano tinha sido um balneário, Cidade Recreio dos Ricos Romanos e, no período de decadência, se transformado em uma Cidade cheia de Vícios. Um dia, houve uma Erupção de um Vulcão, o Vesúvio, e Pompéia ficou coberta de cinzas.

Uma a uma, as crioulas foram fugindo de suas senzalas e, orientadas pelo Plano Espiritual, foram se encontrando numa determinada região. Nesse lugar havia uma cachoeira que escondia um ponto da floresta de difícil acesso, e lá elas estabeleceram seu lar. Pai João e Pai Zé Pedro, com o conhecimento da missão reservada para aqueles espíritos missionários, encobriam, com suas astúcias de velhos escravos, a escalada das crioulas. A branca e loura sinhazinha, estimulada pelos velhos laços espirituais, também buscou a companhia das crioulas. Certo dia, ela apareceu num barco e trouxe consigo uma enorme bagagem de objetos e alimentos. E, assim, a falange ficou completa.

A região da cachoeira das crioulas passou a ser um local de encontro de escravos e escravas, que buscavam o lenitivo para sua vida de dores e sofrimentos. Os pretos velhos montavam guarda e usavam todo seu conhecimento da Magia para que os planos tivessem prosseguimento. Os atabaques repercutiam nas noites de lua cheia e os escravos dançavam e cantavam. Aos poucos, a energia extra-etérica foi se juntando com a força mediúnica e as bases da futura religiosidade foram se firmando. A Magia dos pretos velhos produzia os fenômenos de contato entre os planos. Usando seus conhecimentos das ervas e das resinas, os velhos escravos materializavam espíritos e faziam profecias dos acontecimentos. A cachoeira das crioulas passou a ser um ponto de irradiação de forças espirituais.

Tanto os espíritos encarnados como os desencarnados iam se impregnando da Doutrina e formando falanges de futuros Trabalhadores na Seara do Cristo. Enquanto na parte litorânea do Brasil Colônia surgia uma religiosidade nova, calcada nas tradições dos Pretos Velhos e dos Caboclos, no interior e no Oeste brasileiros, ainda não penetrados pelos brancos, havia acontecimentos semelhantes, mas de uma ordem diferente. Ali, as tribos nômades, em guerras permanentes, percorriam as florestas repletas de energias deixadas pelas antigas civilizações desta parte do mundo, das vanguardas dos Tumuchys e dos Jaguares de milhares de anos anteriores. Usinas de Forças Cósmicas e Extra-etérica, desativadas e cobertas pela vegetação bravia, eram e são veneradas pelos índios como lugares sagrados. Bem para o Oeste, nas fronteiras então inexistentes com a América hispânica, nos contrafortes dos Andes, havia uma poderosa tribo do Cacique, cujo exército era composto por cerca de 800 guerreiros.

O movimento Doutrinário e Religioso, conhecido como “Vale do Amanhecer”, tem dois aspectos distintos, duas maneiras de ser visto: a primeira é em sua origem remota, o caminho percorrido pelos espíritos que o compõem; a das circunstâncias que presidiram sua formação atual. Em primeira instância, se tratam de um grupo de espíritos veteranos deste planeta, todos com 19 ou mais encarnações, juramentados ao Cristo e que se especializaram no trabalho de socorro, em períodos de confusão e insegurança. Tais situações surgem, sempre, no fim dos ciclos civilizatórios, quando a Humanidade passa de uma fase planetária para a seguinte. Esses ciclos, embora variáveis em termos de contagem do tempo, se apresentam à visão intelectual da História como tendo mais ou menos 2.000 anos. A cada dois milênios termina uma etapa e começa outra. Porém, por alguns séculos, as duas fases coexistem. Podemos tomar como exemplo, o período que antecedeu o nascimento de Jesus e os três ou quatro séculos que se seguiram. Um exame acurado dos acontecimentos históricos registrados explica essa mistura de duas etapas. O mesmo está acontecendo em nossa época, desde o Século XVIII, em que o mundo como que explodiu em fantásticas conquistas socioeconômicas, ao mesmo tempo em que começou a declinar no que poderia se chamar de “humanismo”.

Esse fenômeno é particularmente verificável nesta Segunda metade do Século XX, no qual as conquistas científicas, por exemplo, coexistem com a desvalorização progressiva do ser humano. A característica de nossa civilização atual é de descrença e desesperança nas instituições, nos marcos civilizatório que regem nossas atitudes. Num paradoxo aparente, essa “morte civilizatória” produz na mente do Homem a ansiedade por bases mentais mais firmes, mais calcadas na imortalidade da civilização. A descrença nas instituições regentes leva à busca de instituições mais biológicas, seguras, mais transcendentais.

Isso pode ser facilmente percebido pela procura atual de soluções religiosas e de novas formas do encontro com o espírito. Atender a essa necessidade é exatamente a finalidade e a missão desse grupo de espíritos que aparecem sob a égide do “Vale do Amanhecer”. Sua missão é oferecer ao Homem angustiado e inseguro uma explicação de si mesmo e um roteiro para sua vida imediata. Para que isso fosse possível, e a missão cumprida com autenticidade, o trabalho não poderia ser feito seguindo-se as velhas fórmulas de religiosidade, considerando-se “velhas fórmulas” os documentos escritos, as revelações de iluminados, de profetas, das tradições, das Doutrinas Secretas e da Dogmática de Modo geral, empregada na base da Fé e do Medo.

O Homem só adquire segurança quando o equacionamento de sua vida se apresenta verificável, para ele individualmente, qualquer que seja sua posição socioeconômica. Se num primeiro momento as instituições lhe oferecem proteção e segurança, isso logo se desfaz na vivência dentro das mesmas, quando seu próprio juízo entra em contradição com elas. Nesse ponto, ele poderá não se afastar, por medo ou por falta de algo melhor, mas sempre, inevitavelmente, ele viverá em angústia. Por esse motivo fundamental, o movimento “Vale do Amanhecer” foi calcado na existência de um Espírito Clarividente, cujas afirmações e ensinamentos pudessem ser testados e verificados, individualmente, pela experiência de cada participante, sem jamais dar margens a dúvidas ou incertezas. Essa é a origem atual do Vale do Amanhecer, ou seja, a existência da Clarividência de Tia Neiva.

Esta cidadã comum, embora com traços de personalidade incomum. Em 1959, ela era uma viúva, com quatro filhos, dedicou-se à estranha profissão, para uma mulher, de motorista, dirigindo seu próprio caminhão e competindo com outros profissionais. Sem nenhuma tendência religiosa, nunca, até 1959, quando completou 33 anos de idade, revelou propósitos de liderança de espécie alguma. A partir dessa data, começaram a suceder, com ela, estranhos fenômenos na área do paranormal, da percepção extrassensorial, para os quais nem a ciência nem a religião locais forneceram explicação. O único amparo razoável foi encontrado na área do espiritismo, uma vez que as manifestações se pareciam com a fenomenologia habitual dessa Doutrina.

Os Problemas foram se acentuando contra a sua vontade, e o acanhamento das concepções doutrinárias que a cercavam a levaram a uma inevitável solidão. Não havia realmente quem a entendesse e compreendesse, e isso a obrigou à aceitação das manifestações de sua clarividência. Incompreendida pelos Homens, ela teve que se voltar para o que lhe diziam os espíritos. Só neles ela começou a encontrar a coerência necessária para não perder o juízo e ter se tornado apenas mais uma doida a ser internada. A partir daí ela deixou de obedecer aos “entendidos” e se tornou dócil às instruções dos seres, invisíveis aos olhos comuns, mas para ela não só visíveis como também audíveis. Desde então, ela teve que abandonar parcialmente sua vida profissional e se dedicar à implantação do sistema que hoje se chama Vale do Amanhecer.

A primeira fase foi de adaptação e aprendizado, embora, desde o começo, seu fenômeno obrigasse a uma atitude prática de prestação de serviços. Isso garantiu, sempre, a autenticidade da Doutrina do Amanhecer, desde seus primórdios. Tudo o que foi e é recebido dos planos espirituais se traduz em aplicações imediatas e é testado na prática. Logo que Neiva dominou a técnica do transporte consciente, isto é, a capacidade de sair do corpo conscientemente, deixá-lo em estado de suspensão, semelhante ao sono natural, e se deslocar em outros planos vibratórios, ela começou seu aprendizado Iniciático. O transporte é um fenômeno natural todos os seres humanos o fazem quando dormem, más, o que há de diferente na clarividência de Tia Neiva é o registro claro do que acontece, durante o fenômeno, na sua consciência normal.

Todos nós nos transportamos durante o sono, mas as coisas que vemos ou fazemos só irão se traduzir na ação em nossas vidas inconscientemente, ou seja, nós não sabemos que fazemos coisas em nossa vida com base nesse fenômeno. Nesse período, que durou de 1959 até 1964, ela se deslocava diariamente até o Tibete e lá recebia as Instruções Iniciáticas de um mestre tibetano. Esse mestre, que ainda está vivo, chama-se, traduzido em nossa linguagem, UMARHÃ. Dadas às condições específicas que isso exigia de seu organismo físico, ela contraiu uma deficiência respiratória que, em 1963, quase a levou em estado de coma para um Sanatório de tuberculosos em Belo Horizonte.

Três meses depois, ela teve alta e deu prosseguimento à sua missão, embora portadora de menor área respiratória, que limita sua vida física até hoje. Esse, entretanto, é apenas um aspecto das manifestações de sua clarividência. Ela se transporta para vários planos, toma conhecimento do passado remoto dela e do grupo espiritual a que pertence, recebe instruções de Seta Branca e de seus Ministros e as transmite praticamente para as ações do grupo. A comunidade da Serra do Ouro chamava-se “União Espiritualista Seta Branca” (UESB). Na UESB, no plano físico, o que existia era, apenas, um grupo de médiuns atendendo a pessoas doentes e angustiadas, tendo sempre à frente a figura de Tia Neiva. Havia um templo Iniciático e algumas construções rústicas, tudo feito em madeira e palha. Existia e existem, pois, dois aspectos distintos, que é preciso compreender para explicar o atual fenômeno “Vale do Amanhecer”:

O ser humano, como grupamento de pessoas dedicadas à Assistência Espiritual a outras pessoas, mediante as normas trazidas pela Clarividente Neiva do Plano Espiritual e essas mesmas normas, que foram constituindo a Doutrina, ou seja, um conjunto doutrinário. Na proporção em que o conjunto humano cresce, ele aumenta seu poder de obtenção, controle e manipulação de energias, ou seja, sua força cresce e amplia sua base doutrinária. Por isso a Doutrina do Amanhecer apresenta um aspecto dinâmico, de contínuo fazimento, que se adapta, a cada momento, às necessidades dos seres humanos que são atendidos. Todas as instruções para as atitudes, construções, rituais e planos de trabalho continuam vindo por intermédio de Tia Neiva. Com relação ao futuro, quando ela desencarnar, haverá, naturalmente, algum outro processo de instruções. Isso, entretanto, está fora de nossas cogitações, uma vez que não nos compete decidir. O Ciclo atual está prestes a terminar, o Mundo irá passar por grandes transformações, que já se tornam Evidentes ao senso comum e naturalmente, os responsáveis pelo Comando da Missão do Vale do Amanhecer; Pai Seta Branca e seus Ministros, Pai Zé Pedro e Pai João de Enoque, já terão Planos Prontos para funcionamento da Doutrina Cristã, no Amor.

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Sobradinho, DF

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