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Essa é a nossa equipe de trabalho!O nosso muito obrigado ao Compelxo Escolar Privado Girassol🙏🏾⚒️❤️
27/01/2024

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27/01/2024
Sobre a atividade de ontem!👌🏾⚒️💪🏾
27/01/2024

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Venha com a Kamba Mavu fazer parte do primeiro workshop sobre as geociências.É já nesta sexta-feira no Complexo Escolar ...
23/01/2024

Venha com a Kamba Mavu fazer parte do primeiro workshop sobre as geociências.
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A biotita é o mineral de mica mais comum e também conhecida como mica preta, um mineral de silicato do grupo da mica com...
14/01/2024

A biotita é o mineral de mica mais comum e também conhecida como mica preta, um mineral de silicato do grupo da mica comum. Fórmula química aproximada K (Mg, Fe). Ele pode ser encontrado em enormes camadas de cristal pesando várias centenas de quilos. É abundante em rochas metamórficas (regionais e de contato), pegmatitos, e também em granitos e outros magmáticos invasivos rochas. A biotita geralmente ocorre na variedade marrom a preta, verde escuro.

Cristalografia: Monoclínica; prismático. Em cristais tabulares ou prismáticos curtos com planos basais proeminentes. Cristais raros, frequentemente pseudo-romboédricos. Geralmente em massas foliadas irregulares; frequentemente em escamas disseminadas ou em agregados escamosos.

Composição química: A biotita é um mineral complexo com fórmula química representada principalmente como K(Mg,Fe)_3AlSi_3O_10(OH)_2. Esta composição reflete o fato de a biotita conter potássio (K), magnésio (Mg), ferro (Fé), alumínio Átomos de (Al), silício (Si) e oxigênio (O), juntamente com íons hidróxido (OH).

Estrutura de cristal: A biotita pertence à classe de minerais filossilicatos, caracterizada por sua estrutura em forma de folha. Sua estrutura cristalina consiste em camadas de tetraedros de silício-oxigênio (Si-O), ligadas entre si por folhas de octaedros de alumínio-oxigênio (Al-O). Essas camadas criam os planos de clivagem característicos que permitem que a biotita se divida em folhas finas e flexíveis.

DESCRIÇÃO DAS ANFÍBOLAS Cor: Varia, podendo incluir tons de verde, preto, marrom ou mesmo incolor.Dureza: Geralmente ent...
12/01/2024

DESCRIÇÃO DAS ANFÍBOLAS
Cor: Varia, podendo incluir tons de verde, preto, marrom ou mesmo incolor.
Dureza: Geralmente entre 5 e 6 na escala de Mohs.
Brilho: Geralmente vítreo a resinoso.
Clivagem: Apresentam clivagem boa em duas direções distintas, formando ângulos próximos a 120 graus.
Hábito Cristalino: Podem ocorrer em cristais prismáticos ou fibrosos, mas também em massas granulares.
Composição Química: Inclui ferro, magnésio, silício, oxigênio, hidroxila e, por vezes, alumínio.
Esses minerais desempenham um papel importante em várias rochas, como basalto e xisto, e são cruciais para entender a evolução geológica e metamórfica das formações rochosas.

Alguns exemplos de minerais pertencentes ao grupo das anfíbolas incluem:

1. **Hornblenda:** Uma anfíbola comumente encontrada em rochas ígneas e metamórficas, como granito e xisto.

2. **Actinolita:** Presente em rochas metamórficas, como mármores e anfibolitos.

3. **Tremolita:** Encontrada em várias rochas metamórficas, como mármore e xisto.

4. **Glaucófana:** Uma anfíbola azul que ocorre em rochas metamórficas de alta pressão, como os xistos azuis.

5. **Riebeckita:** Comumente encontrada em rochas ígneas, especialmente em associação com basalto.

Cada uma dessas anfíbolas tem características específicas, mas todas compartilham a estrutura cristalina e as propriedades comuns do grupo.

As piroxenas são caracterizadas por sua cor escura e são frequentemente encontradas em basaltos, dioritos e peridotitos....
11/01/2024

As piroxenas são caracterizadas por sua cor escura e são frequentemente encontradas em basaltos, dioritos e peridotitos. Esses minerais desempenham um papel importante na compreensão da evolução e composição das rochas terrestres.

O grupo de minerais piroxenas inclui várias espécies, sendo as mais comuns:

1. **Augita:** Uma piroxena típica, comum em basaltos.

2. **Enstatita:** Encontrada em rochas ultramáficas, como peridotitos.

3. **Diopsídio:** Presente em mármores e rochas metamórficas associadas.

4. **Hiperstena:** Comum em algumas rochas metamórficas e ígneas.

Esses minerais compartilham características estruturais e químicas que os colocam no grupo das piroxenas, sendo silicatos de cadeia simples ou dupla.

A olivina é um mineral silicatado OLIVINA: DescriçãoAqui estão alguns pontos-chave sobre a olivina:1. **Composição Quími...
09/01/2024

A olivina é um mineral silicatado

OLIVINA: Descrição
Aqui estão alguns pontos-chave sobre a olivina:

1. **Composição Química:**
- A fórmula química geral da olivina é \( (Mg,Fe)_{2}SiO_{4} \). Ela é composta principalmente por magnésio (Mg), ferro (Fe) e silício (Si).

2. **Estrutura Cristalina:**
- A olivina tem uma estrutura cristalina baseada em tetraedros de silicato. Seus tetraedros formam cadeias simples, e essas cadeias estão interligadas por íons metálicos.

3. **Variedades:**
- Dependendo da proporção de magnésio para ferro, a olivina pode ser classificada em diferentes variedades, como forsterita (ricas em Mg), fayalita (ricas em Fe), e a variedade intermédia com ambos os elementos.

4. **Cor e Brilho:**
- A olivina pode ter cores que variam de verde a verde-amarelado. Ela exibe frequentemente um brilho vítreo.

5. **Ocorrência:**
- A olivina é comum em rochas ígneas ultrabásicas, como peridotitos e basaltos. Também pode ser encontrada em algumas rochas metamórficas.

6. **Mineral Precursor:**
- A olivina é frequentemente um mineral precursor, o que significa que se forma nos estágios iniciais da cristalização do magma.

7. **Gema Preciosa:**
- Algumas variedades de olivina, especialmente a forsterita, são usadas como gemas preciosas e são conhecidas pelo nome de "peridoto".

A olivina desempenha um papel importante na compreensão dos processos geológicos, especialmente nos relacionados à formação de rochas ígneas. Sua presença ou ausência em determinadas rochas pode fornecer informações sobre as condições de formação e evolução dessas rochas.

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Luanda

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