Escolar Paranoa/Asa Sul

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17/06/2022

Garota de 13 anos desaparece após sair de escola no DF: “Desespero”

Geovana saiu do colégio na Asa Sul às 12:20 na data de ontem (14/06), e até agora a família não tem notícias dela.

Segundo o pai de Giovanna, Charles Tom Cortes Alves, 38, era para a garota ter entrado na van escolar depois da aula e voltado para casa, no Riacho Fundo. “A notícia que nós temos é de que a van chegou à escola, e Giovanna não estava mais lá, já tinha saído. Nós procuramos pelas redondezas, e falamos com colegas dela, mas ainda estamos sem nenhuma notícia”, comenta Charles.

Tel da família 61 982383479

03/09/2020
07/05/2020

|| Senado aprova texto novo do PLP 39 e mantém professores fora do congelamento

Os(as) professores(as) foram excluídos da lista de categorias do serviço público que ficarão com os salários e benefícios da estrutura da carreira congelados por 18 meses. Na votação do PLP 39/2020, na tarde desta quarta-feira (6), os senadores acataram o texto alterado pela Câmara dos Deputados e mantiveram a Emenda de Plenário nº 11, que retirou os trabalhadores da educação do congelamento.

A emenda, apresentada pela bancada do PT e aprovada pela Câmara dos Deputados, na terça-feira (5), foi aprovada no Senado Federal, nesta quarta-feira (6), por unanimidade, com 80 votos favoráveis, nenhum voto contrário e nenhuma abstenção. Com isso, os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais ficam, definitivamente, de fora do congelamento proposto pela equipe econômica do governo Bolsonaro por meio do PLP 39/2020.

A diretoria colegiada do Sinpro-DF parabeniza, mais uma vez, a categoria pela rápida adesão e atuação nas redes sociais intercedendo perante os senadores para assegurar o pleito do movimento. Professores(as) e orientadores(as) foram para as redes sociais, se manifestaram e entraram em contado com os parlamentares e com suas assessorias.

“Diversos parlamentares e assessorias de senadores entraram em contato, na tarde desta quarta-feira, com a diretoria, para conversar sobre a inclusão de professores e, com isso, dá retorno à diretoria da atuação da nossa entidade que, já há alguns dias, vem fazendo esse trabalho de convencimento de parlamentares de não incluir nesse congelamento os trabalhadores da Educação”, afirma Rosilene Corrêa, diretora do Sinpro-DF.

O efeito dessa atuação foi comprovado quando, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP) pediu aos senadores para acatar o pleito dos professores e mantivessem a categoria livre disso e que a Educação tinha de ficar fora do pacote de congelamento. O desejo do Sinpro-DF, da CNTE e da CUT era o de que nenhum servidor público tivesse a sua remuneração congelada, até porque não tem sido essa a prática dos demais países no enfrentamento da pandemia.

As economias e a vida andam juntas. Uma não existe sem a outra. Os trabalhadores precisam do seu trabalho e da sua remuneração com poder aquisitivo equivalente aos valores de mercado para viverem. Contudo, a totalidade do pleito não foi acatada, os parlamentares tiveram de fazer uma espécie de “escolha de Sofia” para salvar o máximo possível de trabalhadores desta situação. Foi nesse cenário que surgiu a ideia de retirar a Educação do congelamento.

A participação atuante nas redes sociais é um dos recursos que a categoria tem utilizado em situações emergenciais. Embora não substitua as ações presenciais, a Internet e a participação massiva de todos e todas pelas redes sociais produzem efeitos positivos. Muitos disseram que a mobilização virtual não surtiria efeitos positivos porque esse era mais um caso perdido. No entanto, a mobilização pelas redes sociais e telefone provaram, mais uma vez, esse recurso, quando abraçado, funciona e muda realidades.

E vcs? Qual sua opinião?
21/04/2020

E vcs? Qual sua opinião?

|| IBANEIS PRETENDE EXPOR MEIO MILHÃO DE ESTUDANTES E PROFESSORES AO NOVO CORONAVÍRUS

Após se reunir com o presidente Jair Bolsonaro, nesta segunda-feira (20), o governador Ibaneis Rocha (MDB) saiu do Palácio do Planalto dizendo que poderá reabrir a rede pública de ensino do Distrito Federal, em pleno pico da pandemia do novo coronavírus, a partir da próxima semana, a começar pelas escolas militarizadas. Se reabrir, irá expor crianças, adolescentes, professores, orientadores educacionais e pôr a vida delas em risco.


A reunião com Bolsonaro o fez abandonar a política de isolamento social e de contenção da pandemia. Assim, se optar por reabrir as escolas militarizadas, pode estar nos planos do Palácio do Buriti a reabertura, sem nenhuma responsabilidade com a vida, todas as escolas da rede. É assim que Ibaneis irá expor meio milhão de estudantes, professores, orientadores educacionais e milhares de pais, mães, avós e toda a comunidade escolar à contaminação e morte por covid-19.

A diretoria colegiada do Sinpro-DF repudia a atitude e defende, intransigentemente, que o governador do DF siga as recomendações científicas da Organização Mundial da Saúde (OMS) e abandone, sim, a orientação de um presidente que, a cada dia, só reafirma não ter nenhum compromisso com a vida dos(as) brasileiros(as). Caso o governador se submeta ao Palácio do Planalto a ponto de pôr a vida de milhares de pessoas em risco e decida pelo retorno às salas de aula, o Sinpro-DF irá recorrer e apelar para todos os recursos até mesmo a judicialização.

Não é a primeira vez que ele dá passos atrás para atender às pressões do Palácio do Planalto. Lamentavelmente, vem mudando seu posicionamento de manter o isolamento social e proteger a população da pandemia há algumas semanas. Tem se dobrado, sucessivamente, às pressões e passando por cima de milhões de pessoas que precisam da proteção do Estado para abrir, desnecessariamente, serviços que não precisam estar abertos no auge da contaminação.

Além disso, não assinou a Carta Aberta à Sociedade Brasileira em Defesa da Democracia, do Fórum de Governadores, divulgada nesse domingo (19), e assinada por 20 chefes do Poder Executivo. Essa, no entanto, não foi a primeira vez que ele se omitiu. Também não assinou a carta de 25/3, assinada por 25 governadores, na qual assumiram que a decisão prioritária era cuidar da vida das pessoas e que a responsabilidade com a economia não era algo excludente.

Ao expor a categoria de professores, os estudantes e suas famílias na linha de frente da contaminação da covid-19, justamente durante o pico da pandemia no Brasil, Ibaneis se declara, como o próprio Presidente da República, inimigo do povo e defensor da necropolítica neoliberal, que abandona os valores sociais de respeito à vida para valorizar o lucro de alguns.

A diretoria colegiada do Sinpro-DF lembra que os governantes de outros países que agiram como Jair Bolsonaro e ignoraram o novo coronavírus conseguiram apenas levar milhares de pessoas à morte. A Itália, a Espanha, os EUA, o Equador e a própria China não respeitaram a força da pandemia e viram o novo coronavírus devastar milhares de vidas.

Com o Brasil e o DF mergulhados na escuridão das subnotificações, o governador do DF adota a política da morte, criticada no mundo inteiro. Sem firmeza nas atitudes, ele começa a pôr o DF no mapa do caos sanitário, uma vez que nada justifica, nos meses de abril, maio e junho, meses que marcam o pico da pandemia no DF e no País, a reabertura de comércios e outros serviços, no dia 3/5, e escolas na próxima semana porque não há nada que indique e comprove a regressão da pandemia..

Os países europeus que já anunciaram o retorno à vida normal já passaram pelo pico da pandemia, fizeram muitos te**es e não trabalharam com subnotificação, como ocorre no Brasil. E, ainda assim, estão voltando lentamente, com previsão de abertura de alguns setores da economia a partir da segunda quinzena de maio. Nesses países, a educação será o último setor a retornar à normalidade, cuja previsão é somente para setembro.

Os países que prometem o retorno da educação em junho, também já passaram pelo pico da pandemia, não tiveram subnotificação, preservaram com firmeza a quarentena, vão efetuar muitos te**es no retorno da educação e vão recomeçar com as turmas bastante reduzidas e horários diferenciados.

A Declaração Universal de Direitos Humanos, uma carta assinada em 10 de dezembro de 1948, da qual o Brasil é signatário, declara que a vida é mais importante do que qualquer outra coisa. A vida é que tem de ser o foco da atenção e atenção dos governos.

É para isto que eles foram eleitos: para cuidar da vida. A história da gripe espanhola, no início do século XX, mostra que as cidades que se recuperaram mais rapidamente dos efeitos econômicos daquela pandemia foram as que fizeram o isolamento social e salvaram vidas. Há estudos técnicos que comprovam isso.

Se a própria UnB, que é pioneira em EaD no Brasil e renomada nesse modelo de ensino, desistiu de levar a EaD para seus e...
26/03/2020

Se a própria UnB, que é pioneira em EaD no Brasil e renomada nesse modelo de ensino, desistiu de levar a EaD para seus estudantes dos cursos presencias e suspendeu o semestre, por que o GDF insiste em optar pelo sistema errado?

TELEAULA E EaD NÃO SÃO VIÁVEIS PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES DA EDUCAÇÃO BÁSICA

A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) cogita substituir aulas presenciais por teleaula pela Internet ou pela televisão. O Governo do Distrito Federal (GDF) tenta viabilizar a Educação a Distância (EaD) apressadamente. Contudo, trata-se de um modelo de ensino inadequado para crianças e adolescentes.

O anúncio foi feito nesta semana, quando a SEEDF informou que está reunida para resolver o problema da falta de aulas e que planeja transmiti-las por meio eletrônico para os quase meio milhão de estudantes das escolas públicas, uma vez que não há previsão para o fim da quarentena e isolamento instituídos para conter o avanço do coronavírus.

A diretoria colegiada do Sinpro-DF vê a notícia com preocupação. Explica que a EaD cumpre um papel específico no processo educativo, porém não supre a necessidade de situações de aprendizagem dos estudantes da educação básica no que se refere a aulas presenciais.

Metodologia
A teleaula não substitui as aulas presenciais em escolas em todas as modalidades de ensino e aprendizagem, principalmente, na fase inicial de escolarização, que é a educação básica. A educação engloba vários segmentos de aprendizagem que compõe a educação básica, a educação infantil, o ensino especial, o ensino profissional técnico, a Educação de Jovens e Adultos (EJA), as séries iniciais e finais, não serão contemplados com a metodologia a distância, uma vez que a interação social é parte significativa para que a aprendizagem ocorra nessas etapas.

Ao divulgar que irá prover de Internet gratuita os 25% dos estudantes do DF que não possuem esse serviço em casa ou oferecer teleaula por canal aberto de TV numa cidade em que 90% da população tem televisão, o GDF busca se desvencilhar das críticas sobre o fornecimento de EaD para crianças e adolescentes. O problema da EaD na rede pública de ensino básico não é somente o fato de boa parte do seu público estudantil não ter acesso à rede mundial. Há outros, como mencionados anteriormente, no campo da própria educação básica.

Suspensão na UnB
Até mesmo no ensino superior ela tem suas limitações. Nesse nível educacional, ela é utilizada em projetos próprios e em situações específicas. A prova disso é o fato de a Universidade de Brasília (UnB) ter suspendido o primeiro semestre acadêmico de 2020. A UnB é uma das primeiras universidades do País a adotar a EaD. Tem profunda experiência nesse modelo de ensino e, ainda assim, suspendeu o semestre acadêmico para não prejudicar os estudantes dos cursos presenciais.

A decisão foi divulgada na segunda-feira (23) por meio de uma resolução do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Cepe). Na resolução, a universidade informa que como não é possível prever, ainda, o tempo que durará a situação de emergência de saúde relacionada à pandemia do novo coronavírus no Distrito Federal, ajustes no calendário não foram propostos.

Ou seja, a UnB desistiu da EaD para cursos presenciais enquanto durar a pandemia do coronavírus. Além de ter um formato próprio, a EaD precisa de um longo e extenso preparo, além de modelos distintos de adaptação para quem já sabe ler e entender qualquer tipo de assunto. Não é possível levar esse tipo de ensino e aprendizagem a crianças e adolescentes sem que seja por meio de aulas presencias.

Se a própria UnB, que é pioneira em EaD no Brasil e renomada nesse modelo de ensino, desistiu de levar a EaD para seus estudantes dos cursos presencias e suspendeu o semestre, por que o GDF insiste em optar pelo sistema errado? A SEEDF deve também suspender o semestre. Resguardar seus estudantes e seu corpo de servidores públicos da educação e, como a UnB, providenciar um sistema de reposição para depois da crise do coronavírus.

Emenda Constitucional 95
A diretoria colegiada entende como acertada a política de isolamento da população e suspensão das aulas que o governador Ibaneis Rocha instituiu na cidade para enfrentamento da pandemia. Acreditamos que não é retomando aulas e os demais serviços, ou seja, não é expondo a população aos perigos da doença, como quer o Presidente da República, e nem é modificando de forma aligeirada e sem embasamento as relações de trabalho e a administração de serviços públicos, como, por exemplo, o modelo de educação em curso, que iremos evitar prejuízos.

“A EaD não irá aplacar os prejuízos que o coronavírus está impondo ao mundo. O planeta está de quarentena e o mundo colherá os prejuízos da pandemia. O momento agora é de parar tudo. É hora de proteger a saúde individual e pública. E, para isso, o correto seria todos os agentes públicos centrarem esforços na revogação da Emenda Constitucional 95 (EC 95), de 2016, que congelou por 20 anos os investimentos do Estado nos setores sociais para pagar uma dívida pública não auditada com banqueiros. É a volta do investimento do Estado nas áreas sociais que modificará a realidade e amenizará os impactos do coronavírus no Brasil”, afirma.

A diretoria assegura que a Saúde e a Educação, bem como as demais áreas sociais estão esgotadas, precisam do dinheiro do Estado que a população paga por meio de impostos para tê-las funcionando com qualidade. “E vamos mais longe: é preciso revogar a reforma da Previdência porque daqui em diante a população precisará muito mais ainda dos serviços públicos relacionados ao Sistema de Seguridade Social que havia antes da reforma”.

Além disso, os professores do Distrito Federal defendem a educação presencial e exigem que após o fim da pandemia, a reorganização do novo calendário escolar seja dialogada e organizada com a participação da categoria por meio de sua representação sindical. Não cabe agora, ainda no início de uma situação tão grave em que muitos brasilienses serão infectados nos próximos 30 dias e com a previsão de agravamento da pandemia, decidir de forma aligeirada a situação do ano letivo.

15/03/2020

Governo do Distrito Federal

12/03/2020
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Para que seu filho cresça em emoções, para formar uma forte identidade e caráter e superar as dificuldades que surgem, você deve aplaudir suas realizações e elevar sua autoestima.

Quando você dá passagem para ambulâncias, ajuda a preservar vidas.
12/02/2020

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