Cada vez mais, a sociedade em que vivemos está permeada de objetos dotados de capacidades de comunicação e sensoriamento, estejam embutidos em outros dispositivos ou espalhados individualmente como sensores sem fio. A Internet das Coisas - uma espécie de sociedade onipresente de objetos comunicantes - permite a criação de objetos e ambientes inteligentes, que podem influenciar de forma positiva na
melhoria de qualidade de vida para a sociedade. Além de viabilizar benefícios trazendo inteligência para ambientes como hospitais, prédios e casas, esta conectividade está extrapolando as fronteiras até então delimitadas por este conceito da Internet das Coisas, migrando para outros contextos inteligentes e conectados, também de grande relevância para a sociedade, como automóveis; sistemas de transporte público; redes elétricas; redes de abastecimento de água; redes semafóricas; espaços urbanos; dentre outros cenários. Visto que esta Internet de Tudo coleta dados sobre nós e nossas relações com os objetos, ambientes e sistemas que nos circundam, existe a noção de que esta Internet é "Toda observada". Levando este cenário em conta, surgem preocupações ligadas à segurança e especialmente à privacidade, além de diversas preocupações tecnológicas tais como heterogeneidade tecnológica (protocolos e plataformas de hardware/software) e o tratamento de grandes massas de dados coletados por estes sensores, trazendo, de forma geral, vários desafios a serem vencidos na construção de soluções para a Internet de Tudo, e de forma geral, como extrair ainda mais benefícios para a sociedade a partir deste cenário. Diante desse cenário cada vez mais estabelecido, tanto entre os profissionais do setor de tecnologia da informação quanto na sociedade em geral, a Internet das Coisas é o tema escolhido para o # # Congresso da Sociedade Brasileira de Computação, que acontece de 20 a 23 de julho de 2015, no Centro de Convenções do Recife - PE.