Imagens do Brasil

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04/09/2026

PIRAJU - SÃO PAULO
Piraju é um município brasileiro, localizado no sudoeste do estado de São Paulo na região do Vale do Paranapanema, próximo à divisa com o Estado do Paraná. É sede da Microrregião de Piraju. O município é formado pela sede e pelo distrito de Tibiriçá do Paranapanema. Conforme estimativas do IBGE para o ano de 2025, sua população era de 30.294 habitantes.
Estância turística
Piraju é um dos 29 municípios paulistas considerados estâncias turísticas pelo Estado de São Paulo, por cumprirem determinados pré-requisitos definidos por Lei Estadual. Tal status garante a esses municípios uma verba maior por parte do Estado para a promoção do turismo regional. Também, o município adquire o direito de agregar junto a seu nome o título de Estância Turística, termo pelo qual passa a ser designado tanto pelo expediente municipal oficial quanto pelas referências estaduais
História
Sua fundação aconteceu em 25 de abril de 1880.
- 1859: dados concretos apontam a ocupação da cidade em 1859, com a chegada da família Arruda à região, porém historiadores acreditam que município de Piraju teve seu início por volta de 1800, devido à existência de uma estrada utilizada por viajantes para chegar a algumas localidades na região. Devido a esse fato e à fertilidade da terra, alguns colonos foram tomando posse e por ali se estabelecendo.
O local era conhecido como Tijuco Preto ("tijuco" é um termo proveniente da tupi que signif**a "pântano", através do vocábulo tyîuka). As terras pertenciam a três famílias da região: Arruda, Faustino e Graciano e, por volta de 1859, foram doadas para a criação do Patrimônio de São Sebastião.
- 1871: em 16 de março de 1871, através do Decreto-Lei Estadual 23, foi criada a freguesia São Sebastião do Tijuco Preto, pertencendo ao município de São João Batista do Rio Verde (atual Itaporanga), sendo, mais tarde, elevada à vila com a mesma denominação através da Lei Provincial n.º 11, de 25 de abril de 1880.
- 1891: em 6 de junho de 1891, recebeu a denominação Piraju, que, segundo o escritor e pesquisador Clóvis Chiaradia, se originou do termo Tupi-Guarani "pirá-ju(ba)", que signif**a "peixe amarelo" ou "peixe dourado", através da junção dos termos pirá ("peixe") e îub ("amarelo").
Fartura - em 1881, a Câmara Municipal de Piraju, recém-empossada, envia seu fiscal de tributos Manuel Martins para cobrar os impostos devidos pela crescente povoação, iniciando sua luta para impedir que o povoado fosse elevado à categoria de Distrito e, posteriormente, a criação de uma nova paróquia. No entanto, em 7 de Fevereiro de 1884, a Lei n.º 5 do governo da Província de São Paulo sancionada pelo então presidente da província Barão de Guajará, eleva a Capela Nossa Senhora das Dores de Fartura à categoria de freguesia, criando a Freguesia de Fartura, desmembrando-a de Piraju e a anexando a Itaporanga. Posteriormente, a Lei n.º 145 de 31 de março de 1891 elevaria a recém-formada freguesia à condição de município, criando o município de Fartura;
- Tejupá - em 1889, a povoação foi elevada a distrito de paz pertencente ao município de Piraju, com o nome de "Pedra Branca". Por vontade dos moradores, esse nome foi alterado para "Belo Monte", numa referência aos montes que circundam a cidade. Em dezembro de 1963, Belo Monte se emancipou de Piraju, tornando-se o município de Tejupá;
- Sarutaiá - em 20 de dezembro de 1906 passou a categoria de Distrito de Pirajú, com o nome de Sarutaiá. Finalmente em 18 de fevereiro de 1959 tornou-se município;
- Timburi - fundado em 24 de outubro de 1948);
- Manduri.
- Anos de 1900: Piraju detinha como parte de seu território, ainda, as atuais cidades abaixo, já tendo, portanto, em sua história, números maiores de população viva, falecida, território rural e urbano, tendo esses municípios, alcançado sua emancipação passando a ser, independentes. Considerando que alguns desses municípios fazem divisa entre os Estados de São Paulo e Paraná, em dado momento da história, Piraju tinha como vizinho ou área limítrofe, o Estado do Paraná.
Fatos históricos
- 1888: foi o primeiro município a abolir a escravidão, antes da Lei Áurea (Lei Imperial n.º 3.353, sancionada em 13 de maio de 1888).
- 1912: foi também a primeira cidade a obter luz elétrica (um ano antes do Rio de Janeiro). Sendo instalada uma usina de energia elétrica na Fazenda Boa Vista, 15 km a oeste da cidade.
- 1915: inaugurado em 15 de agosto de 1915 um sistema de bondes elétricos Tramway Eléctrico Municipal de Piraju, que operou até por volta de 1937, sendo fechado após a TEMP ser comprada pela Companhia Luz e Força Santa Cruz – que era controlada pela Corporação Votorantim de Sorocaba.
Gentílico: Pirajuense.
Origem do Nome
O nome "Piraju" é de origem tupi-guarani e signif**a "peixe dourado". Esse batismo faz jus à riqueza da fauna aquática que sempre habitou as corredeiras do rio.
Formação Administrativa
Freguesia criada com a denominação de São João do Tijuco Preto, por Decreto-Lei Estadual no 23, de 16 de março de 1871, no Município de São João Batista do Rio Verde (hoje Itaporanga).
Elevado à categoria de vila com a denominação de São Sebastião do Tijuco Preto, por Lei Provincial n.º 111, de 25 de abril de 1880, desmembrado de Botucatu. Constituído do Distrito Sede. Sua instalação verificou-se no dia 10 de janeiro de 1881.
Tomou a denominação de Piraju, por Decreto-Lei Estadual n.º 200, de 06 de junho de 1891.
Cidade por Lei n.º 1.038, de 19 de dezembro de 1906.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o Município de Piraju se compõe de 5 Distritos: Piraju, Belo Monte, Santa Cruz do Palmital, Sarutaiá e Manduri.
Lei n.º 2.092, de 20 de dezembro de 1925, cria o Distrito de São Bartolomeu e incorpora ao Município de Piraju.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o Município é constituído de 6 Distritos: Piraju, Belo Monte, Manduri, São Bartolomeu, Sarutaiá e Timburi (Ex Santa Cuz do Palmital).
Em divisões territoriais datadas de 31 de dezembro de 1936 e 31 de dezembro de 1937, bem como no quadro anexo ao Decreto-Lei Estadual n.º 9.073, de 31 de março de 1938, o Município de Piraju compreende o único termo judiciário da comarca de Piraju e se divide nos seguintes Distritos: Piraju, Belo Monte, Manduri, São Bartolomeu, Sarutaiá e Timburi.
Pelo Decreto-Lei Estadual n.º 9.775, de 30 de novembro de 1938, o Município de Piraju, adquiriu parte do território do extinto Distrito de São Bartolomeu, do mesmo Município de Piraju.
Em 1939-1943, o Município é composto de 5 Distritos: Piraju, Belo Monte, Manduri, Sarutaiá e Timburi, é termo da comarca de Piraju formada de 1 único termo, este formado por 3 Municípios: Piraju, Fartura e Óleo.
Em virtude do Decreto-Lei Estadual no 14334, de 30 de novembro de 1944, que fixou o quadro territorial para vigorar em 1945-1948, o Município de Piraju ficou composto dos 3 Distritos: Piraju, Sarutaiá, Tejupá Timburi é constituído do único termo judiciário da comarca de Piraju qual é formada pelos Municípios de Piraju, Fartura, Manduri e Óleo.
Aparece nos quadros territoriais fixados pelas Leis n.º 233, de 24 de dezembro de 1943 e n.º 2.456, de 30 de dezembro de 1953 para vigorar, respectivamente, em 1949-1953 e 1954-1958, composto dois 3 Distritos: Piraju, Sarutaiá, Manduri e Tejupá (Ex Belo Monte).
Lei Estadual n.º 5.285, de 18 de fevereiro de 1952, desmembra do Município de Piraju o Distrito de Sarutaiá.
Lei Estadual n.º 8.092, de 28 de fevereiro de 1964, desmembra do Município de Piraju o Distrito de Tejupá.
Em divisão territorial datada de 01 de julho de 1960, o município é constituído do Distrito Sede.
Lei Estadual n.º 4.954, de 27 de dezembro de 1985, cria o Distrito de Tibiriçá do Paranapanema e incorpora ao município de Piraju.
Em divisão territorial datada de 15 de julho de 1997, o município é constituído de 2 Distritos: Piraju e Tibiriçá do Paranapanema.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 15 de julho de 1999.
Geografia
Localiza-se a uma latitude 23º11'37" sul e a uma longitude 49º23'02" oeste, estando a uma altitude de 646 metros.
A geografia de Piraju é marcada pela imponência do Rio Paranapanema. Com uma altitude média que oscila entre 400 e 600 metros. O relevo é predominantemente montanhoso e ondulado, característica típica da transição para o planalto ocidental paulista.
Solo
O solo, historicamente fértil, permitiu uma agricultura diversif**ada, enquanto a vegetação ainda conserva manchas importantes de Mata Atlântica e matas ciliares que protegem os cursos d'água. É essa geografia privilegiada, com o rio serpenteando por entre colinas, que torna Piraju uma das cidades mais cênicas do estado de São Paulo, onde a água é o elemento central que define a vida e a beleza da região.
Hidrografia
A hidrografia de Piraju está assim composta: Rio Paranapanema, principal rio da cidade; Ribeirão Hungria; Ribeirão das Araras; Ribeirão da Neblina; Ribeirão Monte Alegre; Ribeirão São Bartolomeu e Ribeirão Boa Vista.
Rodovias
As rodovias que servem o município são: SP-261; SP-270 e SP-287.
Clima
Em Piraju, o verão é com precipitação, longo, abafado, quente e de céu quase encoberto; o inverno é curto, de céu quase sem nuvens e agradável. Ao longo do ano, em geral a temperatura varia de 15 °C a 31 °C e raramente é inferior a 11 °C ou superior a 34 °C.
A melhor época do ano para visitar Piraju e realizar atividades de clima quente é do meio de abril ao fim de setembro.
A estação quente permanece por 4,8 meses, de 12 de novembro a 5 de abril, com temperatura máxima média diária acima de 29 °C. O mês mais quente do ano em Piraju é fevereiro, com a máxima de 30 °C e mínima de 21 °C, em média.
A estação fresca permanece por 2,7 meses, de 15 de maio a 5 de agosto, com temperatura máxima diária em média abaixo de 25 °C. O mês mais frio do ano em Piraju é julho, com a mínima de 15 °C e máxima de 24 °C, em média.
Em Piraju, a porcentagem média de céu encoberto por nuvens sofre signif**ativa variação sazonal ao longo do ano.
A época menos encoberta do ano em Piraju começa por volta de 25 de março e dura 6,5 meses, terminando em torno de 11 de outubro.
O mês menos encoberto do ano em Piraju é agosto, durante o qual, em média, o céu está sem nuvens, quase sem nuvens ou parcialmente encoberto 70% do tempo.
A época mais encoberta do ano começa por volta de 11 de outubro e dura 5,5 meses, terminando em torno de 25 de março.
O mês mais encoberto do ano em Piraju é janeiro, durante o qual, em média, o céu está encoberto ou quase encoberto 68% do tempo.
Composição étnica
Em 2022, segundo dados do Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, a população do município era composta por 23.116 brancos (78,53%), 5.246 pardos (17,82%), 935 pretos (3,18%), 119 amarelos (0,4%) e 19 indígenas (0,06%).
Economia
Piraju é um município de grande relevância na região que se destaca pela alta regularidade das vendas no ano e pelo elevado potencial de consumo.
Piraju é uma cidade que equilibra o ritmo de vida tranquilo com um desenvolvimento econômico consistente. Se no passado a cafeicultura era o motor da economia, hoje Piraju apresenta um setor diversif**ado. O agronegócio moderno, a indústria de transformação e, principalmente, o setor de serviços e o turismo sustentável são os pilares que sustentam a geração de emprego e renda, consolidando a cidade como um polo de serviços essenciais para toda a microrregião.
De janeiro a março de 2026, foram registradas 1 mil admissões formais e 809 desligamentos, resultando em um saldo positivo de 220 novos trabalhadores. Este desempenho é inferior ao do ano passado, quando o saldo foi de 293.
Na pequena região de Piraju este é o melhor desempenho em termos absolutos. Considerando a geração de vagas pelo tamanho da população, a cidade é a 14º que mais cresce na grande região de Marília.
Até abril de 2026 não houve registro de novas empresas em Piraju. Neste último mês, não foi identif**ada nenhuma nova empresa. Este desempenho é igual ao do mês imediatamente anterior (0). No ano de 2025 inteiro, foram registradas 142 empresas.
Infraestrutura
Saúde
- Estabelecimentos de Saúde total: 17 estabelecimentos;
- Estabelecimentos de Saúde público total: 9 estabelecimentos;
- Estabelecimentos de Saúde público municipal: 9 estabelecimentos;
- Estabelecimentos de Saúde privado total: 8 estabelecimentos;
- Estabelecimentos de Saúde privado com fins lucrativos: 7 estabelecimentos;
- Estabelecimentos de Saúde privado sem fins lucrativos: 1 estabelecimento;
- Estabelecimentos de Saúde privado SUS: 2 estabelecimentos;
- Estabelecimentos de Saúde com internação total: 1 estabelecimentos;
- Estabelecimentos de Saúde sem internação total: 10 estabelecimentos.
Educação
Piraju entende que o progresso exige conhecimento. Nos últimos anos, o município tem investido na expansão da oferta educacional, aproximando os jovens do ensino superior. Através de parcerias com polos universitários e centros de capacitação técnica, a cidade qualif**a sua população para atuar em setores cruciais como o turismo, a gestão ambiental e a administração. Esse foco em educação garante que as novas gerações tenham condições de inovar e empreender sem precisar abandonar a terra que amam.
Nível Superior: FIASP - Faculdade Ibero Americana de São Paulo; Fafip - Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Piraju; Unip - Universidade Paulista - Pólo Piraju e Unimes - Universidade Metropolitana de Santos - Polo Piraju.
Nível Técnico: ETEC Waldyr Duron Junior.
Cultura e lazer
Baile do Havaí
Ocorre no final do mês de dezembro. Durante todo o tempo foi realizado na Sede Social do Iate Clube Piraju, às margens da represa Paranapanema, do rio de mesmo nome, com grande número de público participante.
Carnaval de Rua
Atualmente, existem apenas as duas últimas Escolas de Samba na cidade, que muito abrilhantaram o Carnaval Turístico da cidade, trazendo inúmeras pessoas à cidade, bem como, Pirajuenses de coração, que tem familiares ou, moram fora ou, já moraram na cidade. Essas Escolas, também abrilhantam o Carnaval da região, fazendo desfiles em várias cidades da região, nos dias de não desfile em Piraju. Existiram já na cidade, várias Escolas de Samba, como: Príncipe Nego; Estação Primeira de Vila Tibiriçá; Unidos do Gavião (bairro Nosso Teto); Juventude Alegre (ainda existe e foi campeão por muitas vezes) e Unidos do Bairro Alto (ainda existe).
Esportes
O município sedia eventos esportivos de importância Nacional e Internacional, como o Kickboxing (Disputa Mundial e Nacional), Copa Brasil de Canoagem Slalom.
Locais
Campos/Quadras
- Estádio Municipal Gilberto Moraes Lopes, no bairro Jardim Jurumirim,) com Campo de Futebol tamanho oficial e uma quadra, ambos com Arquibancada;
- Campo de Futebol tamanho oficial (antigo Vital Brasil, no bairro Jardim Jurumirim), SEM Arquibancada;
- Campo de Futebol pequeno antiga AABB, na rodovia de acesso à cidade de Ourinhos e 01 Quadra, ambos, sem Arquibancada;
- Campo de Futebol pequeno Grêmio Santa Cruz, no Distrito de Tibiriçá do Paranapanema, sem Arquibancada;
- Campo de Futebol pequeno Banespinha, no Distrito de Tibiriçá do Paranapanema, sem Arquibancada;
- Ginásio de Esportes Poliesportivo, no bairro Jardim Jurumirim, com arquibancada;
- Ginásio de Esportes Poliesportivo Jacy Clodoaldo Albanezi, no bairro Jardim Jurumirim, com arquibancada;
- Várias Quadras em Escolas Públicas Estaduais e Municipais, dispondo de Quadras Poliesportivas, com e sem arquibancadas.
Canoagem
Esportes Náuticos são o destaque do município, que é cortado pelo Rio Paranapanema, tem a canoagem como o principal esporte náutico, e ainda os melhores atletas do Brasil que disputam campeonatos estaduais, nacionais, continentais e mundiais e até mesmo olimpíadas.
A cidade de Piraju, cedeu no ano de 2008, nas Olimpíadas de Verão em Pequim, teve a presença da primeira mulher na canoagem representando o Brasil, Poliana Aparecida de Paula, na qual ficou na 14ª Colocação parando na semifinal. Já no ano de 2016, nas Olimpíadas de Verão do Rio de Janeiro, em 2016, teve três representantes, Pedro Henrique Gonçalves (Pepe), e na de duplas com os dois pirajuenses, Anderson Oliveira e Charles Corrêa. Pedro conseguiu o feito de ser o primeiro brasileiro a ir para a final da canoagem slalom individual, porém não conseguiu subir ao pódio f**ando na 6ª Colocação, estabelecendo a melhor posição de um brasileiro nessa modalidade, enquanto Anderson e Charles foram até a semifinal.
KickBoxing
O Kickboxing, é outro esporte renomado em Piraju, com vários atletas, e os atletas disputam em categorias estaduais, nacionais e mundiais. O atleta de expressão mais conhecido é o Luciano Lopes (Boinha), que disputa o Cinturão Mundial constantemente, inclusive defende o cinturão nos dias de hoje.
Futebol
Atualmente não conta com um time profissional, porém o extinto Piraju Futebol Clube rendeu muitas alegrias ao pirajuense da época, hoje em dia não há mais um time profissional, porém há escolinhas de Futebol gratuita e constantemente um jovem passa em te**es e vai jogar em clubes de maior expressão da capital e outros estados.Em 1970, começa a surgir um fenômeno que transformaria uma geração de crianças e adultos na área esportiva e social da cidade: O Grêmio Esportivo Dom Bosco. Foram anos de dedicação e sonhos realizados por pessoas que se comprometeram a levar esse projeto a sério.
Tudo começou numa manhã de domingo na cidade de Piraju, quando o Sr.Jacy Albanezi e sua Kombi, juntou crianças de 10 a 12 anos de idade e partiu para um jogo na cidade de Chavantes. O jogo contra o time do Padre, num campinho no fundo da Igreja Matriz daquela cidade com vitória de 3X2 para o time de adolescentes de Piraju.
O que seria uma brincadeira de garotos e de seus pais, e amigos de seus pais, ganhou proporções quando Jacy e outros decidiram montar um projeto para formar uma equipe de futebol. Pessoas dedicadas e apaixonadas por futebol, como Jaci Albanezi, Roberto Bersi, Antônio Francisco, Jardel Caetano, Firmino Bragança, Nicola Dinardi, o saudoso Fernetti, sr. Silvestre e Sgto Cid Borges constituíram a primeira diretoria da agremiação.
Com participação espontânea nas reuniões de entusiastas e colaboradores dos amigos e filhos dos integrantes da Conferência Dom Bosco do Asilo São Vicente de Paulo, de Piraju despontaram como incentivadores e fundadores do time: Manoel Bersi, Miguel Garrote, Urbano Vieira, Jacy Albanezi, Antônio Francisco, Roberto Bersi, Firmino Bragança, Nicola Dinardi, Benedito de Barros, Fernetti, Silvestre e Sgto Cid Borges e Oswaldo Pinterich.
Turismo
Atrações turísticas
Rural
- AABB - Associação Atlética Banco do Brasil, no Distrito de Tibiriçá do Paranapanema (fora da cidade, na rodovia de acesso à cidade de Ourinhos-SP);
- Horto Florestal, na rodovia de acesso à cidade de Manduri.
- Tirolesa das Corredeiras, inaugurada em 2020, tendo 450 metros de percurso com uma altura máxima de 80 metros, saindo do mirante com a chegada na FECAP, a tirolesa possui uma visão impar das corredeiras da represa do rio Paranapanema, se tornou um dos principais ponto turismos da cidade.
Urbano
- Cruzeiro, no Distrito de Tibiriçá do Paranapanema, vista belíssima da cidade;
- Praça Ataliba Leonel, Centro da cidade, com vários eventos ao longo do ano;
- Matriz de São Sebastião, no Centro da cidade;
- Procissão de São Sebastião, no rio Paranapanema, no dia do aniversário da cidade e do Padroeiro (20 de janeiro).
- Rotatória do Peixe, dentro da cidade;
- Recinto da FECAPI, dentro da cidade, com vários eventos ao longo do ano;
- Marginal da Represa Paranapanema, na estrada da Biquinha com acesso à Rodovia Raposo Tavares.
- No Rio Paranapanema: Baía do Judas, na Represa Jurumirim (fora da cidade); Garganta do Diabo, dentro da cidade; Passeio de Barco; Pesca;
- Pedrinha, na Represa Jurumirim (fora da cidade) e Prainha, na Represa Jurumirim (fora da cidade).
Referências para o texto: Wikipédia ; IBGE ; Weather Spark ; Caravela .

03/09/2026

ARARI - MARANHÃO
Arari é um município brasileiro do estado do Maranhão. Sua população segundo o IBGE, para o ano de 2025, era de 30.555 habitantes.
História
Os registros mais antigos sobre o atual território do município de Arari data de 1723, quando o padre José da Cunha d’Eça, fidalgo da casa real portuguesa e capitão-mor da capitania do Maranhão, cedeu terras para a criação de um curato às margens do Mearim, no lugar designado Curral da Igreja.
Decorrente da inconveniência do local, a povoação foi transferida, em 1728, para um terreno hoje conhecido por Sítio. Posteriormente, a maioria abandonou a localidade e se fixou em outra, permanecendo, contudo, alguns remanescentes, que originaram o povoamento.
De acordo com a tradição, sabe-se que, em 1685, devido à Revolta de Beckman, o mesmo foi preso em sua propriedade, onde hoje se situa o município de Arari. Em 1806, Lourenço da Cruz Bogea requereu licença ao bispo D. Luís de Brito Homem para construir um templo. Dois anos mais tarde, concluída a igreja, fomentou uma irmandade para ir à vila da Vitória buscar, em solene procissão, a imagem de Nossa Senhora das Graças.
Para além, o distrito de Arari foi criado pela Lei Provincial n.º 465, de 24 de maio de 1858, subordinado ao município de Mearim. Posteriormente, foi elevado à categoria de município com a denominação de Arari, pela Lei Provincial n.º 690, de 27 de junho de 1864, desmembrado de Vitória do Baixo Mearim, Sede na antiga vila de Arari.
Posteriormente, pela Lei Estadual n.º 269, de 31 de dezembro de 1948, é criado o distrito de Bonfim do Arari e anexado ao município de Arari. O município é constituído de 2 distritos: Arari e Bonfim do Arari, permanecendo a divisão territorial datada de 2005.
Gentílico: arariense.
Origem do Nome
A origem do nome "Arari" remonta à língua tupi e é uma referência direta à natureza: signif**a "rio das araras", uma alusão à fauna que sempre foi abundante nas matas ciliares da região.
Formação Administrativa
Distrito criado com a denominação de Arari, pela Lei Provincial n.º 465, de 24 de maio de 1858, subordinado ao município de Mearim.
Elevado à categoria de município com a denominação de Arari, pela Lei Provincial n.º 690, de 27 de junho de 1864, desmembrado de Vitória do Baixo Mearim. Sede na antiga vila de Arari. Constituído do distrito sede. Não temos datada de instalação.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município aparece constituído de 2 distritos: Arari e Barreiros.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o município aparece constituído do distrito sede.
Assim permanecendo em divisão territorial datadas em 31 de dezembro de 1936 e 31 de dezembro de 1937.
Pela Lei Estadual n.º 269, de 31 de dezembro de 1948, é criado o distrito de Bonfim do Arari e anexado ao município de Arari.
Em divisão territorial datada de 01 de julho de 1960, o município é constituído de 2 distritos: Arari e Bonfim do Arari
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2005.
Geografia
Localiza-se a uma latitude 03º27'13" sul e a uma longitude 44º46'48" oeste, estando a uma altitude de 7 metros. Possui uma área de 1084,23 km².
Geograf**amente, Arari é marcada pela sua baixa altitude, inserida na paisagem típica da Baixada Maranhense. O relevo é predominantemente plano, composto por extensas planícies que, durante o período de chuvas, se transformam em vastas áreas alagáveis, criando um ecossistema rico e dinâmico.
O solo, fértil e rico em sedimentos, permite uma vegetação que transita entre campos naturais, matas de galeria e áreas de pastagens. Essa geografia singular não só favorece o ciclo da vida silvestre, como dita o ritmo das atividades humanas, sendo o pulso do Rio Mearim o grande maestro que conduz o cotidiano dos ararienses.
Clima
Em Arari, a estação com precipitação é de céu encoberto; a estação seca é de céu parcialmente encoberto. Durante o ano inteiro, o clima é opressivo e quente. Ao longo do ano, em geral a temperatura varia de 23 °C a 37 °C e raramente é inferior a 22 °C ou superior a 39 °C.
A melhor época do ano para visitar Arari e realizar atividades de clima quente é do meio de junho ao início de setembro.
A estação quente permanece por 3,0 meses, de 12 de setembro a 12 de dezembro, com temperatura máxima média diária acima de 36 °C. O mês mais quente do ano em Arari é outubro, com a máxima de 37 °C e mínima de 25 °C, em média.
A estação fresca permanece por 5,8 meses, de 22 de janeiro a 15 de julho, com temperatura máxima diária em média abaixo de 32 °C. O mês mais frio do ano em Arari é março, com a mínima de 24 °C e máxima de 31 °C, em média.
Em Arari, a porcentagem média de céu encoberto por nuvens sofre extrema variação sazonal ao longo do ano.
A época menos encoberta do ano em Arari começa por volta de 6 de junho e dura 4,5 meses, terminando em torno de 23 de outubro.
O mês menos encoberto do ano em Arari é agosto, durante o qual, em média, o céu está sem nuvens, quase sem nuvens ou parcialmente encoberto 67% do tempo.
A época mais encoberta do ano começa por volta de 23 de outubro e dura 7,4 meses, terminando em torno de 6 de junho.
O mês mais encoberto do ano em Arari é abril, durante o qual, em média, o céu está encoberto ou quase encoberto 86% do tempo.
Economia
Arari é uma pequena cidade que se destaca por apresentar novas oportunidades de negócios e pela alta regularidade das vendas no ano.
A economia, que no passado dependia quase exclusivamente do extrativismo e da agricultura de subsistência, hoje apresenta uma face mais diversif**ada. A pecuária, especialmente a bubalinocultura, encontrou na Baixada um ambiente ideal, consolidando Arari como um dos importantes polos produtores da região. Além disso, o comércio local e a prestação de serviços movimentam o cotidiano da cidade, sendo fundamentais para a geração de renda e bem-estar.
De janeiro a março de 2026, foram registradas 72 admissões formais e 72 desligamentos, resultando em um saldo positivo de 0 novos trabalhadores. Este desempenho é superior ao do ano passado, quando o saldo foi de -12.
Até abril de 2026 houve registro de 3 novas empresas em Arari, sendo que uma delas atua pela internet. Neste último mês, não foi identif**ada nenhuma nova empresa. Este desempenho é igual ao do do mês imediatamente anterior (0). No ano de 2025 inteiro, foram registradas 45 empresas.
Educação
Arari compreende que a educação é a chave para transformar realidades. Nos últimos anos, o município tem buscado ampliar o acesso ao ensino superior através de parcerias com instituições públicas e polos de educação à distância. O foco tem sido capacitar a juventude para áreas como a gestão ambiental, o agronegócio sustentável e a administração, garantindo que o conhecimento chegue até o cidadão arariense para que ele possa transformar o futuro de sua própria terra.
Turismo e Cultura
O turismo em Arari é uma experiência de contemplação e vivência. O Rio Mearim é o protagonista, oferecendo cenários deslumbrantes, especialmente durante o fenômeno da pororoca, que fascina visitantes e nativos. A cultura local é uma explosão de cores e sons: o Bumba Meu Boi, as danças tradicionais e o artesanato local contam a história de um povo que tem orgulho de suas origens.
Festival da Melancia: Arari é famosa pelo cultivo da fruta e celebra sua produção em um tradicional festival local.
Atrativos Naturais: f**am às margens do Rio Mearim, cenário de belas paisagens e palco para o fenômeno natural da Pororoca.
Festividades: outras datas marcantes incluem as tradicionais festas de Nossa Senhora das Graças e a intensa programação de São João.
Esporte
No esporte, o município demonstra sua vitalidade. O futebol amador é a grande paixão que une a comunidade, com campeonatos vibrantes que movimentam a cidade. Além disso, as práticas esportivas que utilizam os recursos hídricos e os campos naturais promovem a integração e a saúde, mantendo o espírito esportivo sempre aceso na população.
Referências para o texto: Wikipédia ; IBGE ; Weather Spark ; Caravela .

02/09/2026

CAMBUÍ - MINAS GERAIS
Cambuí é um município brasileiro do Estado de Minas Gerais. Sua população estimada pelo IBGE para o ano de 2025, era de 31.066 habitantes.
Etimologia
O nome Cambuí provém do tupi antigo kambu'i, nome de uma árvore mirtácea abundante na região (o cambuí). Signif**a "galho que vira água" ou "árvore de ramos finos", uma referência direta à vegetação nativa que cobria as margens dos rios locais.
História
Cambuí surgiu com as incursões dos bandeirantes paulistas que atravessavam a Serra da Mantiqueira em busca de pedras preciosas. O local era um ponto de parada desses aventureiros, os quais estabeleceram seus ranchos e, posteriormente, fazendas ao longo do território do atual município.
Já no início do século XIX, os Capitães Francisco Soares de Figueiredo[9] (segundo Bernardo Saturnino da Veiga em seu "Almanach" um português que, como afirma Levindo Lambert, havia vindo de Campanha-MG) e Joaquim José de Moraes (de origem paulista) resolveram obter a autorização civil e eclesiástica para a edif**ação de uma capela no então chamado "Cambuhy". Com o passar dos anos, e tendo em vista o crescimento do povoado, outra igreja foi construída onde atualmente se situa a atual matriz, sendo abandonado o Cambuí velho (como hoje se denomina) ao esquecimento.
Em 1850, a paróquia de Cambuí, a de Nossa Senhora do Carmo, é criada iniciando o processo de autonomia do lugar, independência que se consolida em 1892 com a emancipação do município.
Cambuí, embora situada em uma região montanhosa e de difícil acesso até 1930, quando foi aberta a primeira estrada, sempre teve uma vida cultural intensa, seja no teatro, na poesia ou na música. Abrigou, existindo menos de duzentas casas, duas bandas de música, regidas pelos Capitães da Guarda Nacional José Quintino da Fonseca e Antônio José de Brito Lambert (banda dos Quintinos e dos Lambert). Recentemente o "virado de banana", prato conhecido apenas no município, foi patenteado pela prefeitura.
Nasceram em Cambuí João Moreira Salles, precursor do UNIBANCO; o jornalista científico Ulisses Capozzoli e o historiador, advogado e farmacêutico Levindo Furquim Lambert, o qual foi autor da primeira obra literária acerca da história da cidade e Secretário Estadual da Educação de Minas Gerais durante o governo de Juscelino Kubitschek.
Localizada em região serrana, sua economia é principalmente comercial e agropecuária, contando ainda com ascendentes investimentos na área industrial, fomentados pela passagem da Rodovia Fernão Dias.
Gentílico: Cambuiense.
Formação Administrativa
O distrito foi criado em 01 de junho de 1850, pela Lei n.º 571, e o Município, desmembrado do Município de Jaguari, em 19 de janeiro de 1892, pela Lei n.º 23.
Vila criada com sede na povoação de Nossa Senhora do Carmo do Cambuí, por Lei Provincial n.º 3.712, de 27 de julho de 1889.
Instalada em 19 de janeiro de 1890. Cidade por Lei Estadual n.º 23, de 24 de maio de 1892.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o Município de Cambuí (Cambuhy) se compõe de 3 Distritos: Cambuí, criado por Lei Provincial n.º 471, de 01 de junho do ano de 1850 e por Lei Estadual n.º 2, de 14 de setembro de 1891; Bom Retiro e Bom Jesus do Córrego.
Nos quadros de apuração do Recenseamento Geral de 01 de setembro de 1920 e no fixado pela Lei Estadual n.º 843, de 07 de setembro de 1923, bem como na divisão administrativa referente ao ano de 1933, o Município de Cambuí figura com os mesmos distritos citados na divisão de 1911.
Em divisões territoriais datadas de 31 de dezembro de 1936, 31 de dezembro de 1937 e no quadro anexo ao Decreto-Lei Estadual n.º 88, de 30 de março de 1938, bem como no quadro fixado pelo Decreto-Lei Estadual n.º 148, de 17 de dezembro de 1938 para 1939-1943, o Município de Cambuí é composto dos Distritos de Cambuí, Bom Jesus do Córrego e Bom Retiro - e é termo judiciário único da Comarca de Cambuí.
Em virtude do Decreto-Lei Estadual n.º 1.058, de 31 de dezembro de 1943 que fixou o quadro territorial para vigorar no quinquênio 1944-1948, o Município de Cambuí ficou composto dos Distritos de Cambuí, Bom Jesus do Córrego e Bom Repouso (ex Bom Retiro) - e constitui o único termo judiciário da Comarca de Cambuí.
Aparece no quadro fixado pela Lei n.º 336, de 27 de dezembro de 1948 para vigorar em 1949-1953, composto dos Distritos de Cambuí, Bom Jesus do Córrego, Bom Repouso e Senador Amaral e no fixado pela Lei n.º 1039, de 11 de dezembro de 1953 para 1954-1958 apenas com os Distritos de Cambuí e Senador Amaral em vista da elevação a município dos Distritos de Bom Repouso e Bom Jesus do Córrego, este último com a denominação de Córrego do Bom Jesus.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 01 de julho de 1960.
Localização
O município de Cambuí está a 451 quilômetros da capital do estado, Belo Horizonte.
Rodovias
A principal rodovia que corta o município é a Rodovia Fernão Dias BR 381. Outra importante rodovia é a MG-295.
Geografia
Relevo
Localizada na região da Serra da Mantiqueira, paralelo 22° 36' 43" latitude sul e meridiano 46° 03' 27" longitude oeste, possui uma altitude máxima de 2.050 metros a mínima de 680 metros, sendo a prefeitura da cidade localizada entre essas medidas, a 860 metros de altitude, no maciço da Serra da Mantiqueira. De topografia montanhosa e clima agradável, tropical de altitude, distante 150 km de São Paulo e 420 km de Belo Horizonte, a cidade apresenta um potencial turístico que pode ser explorado. Possui porções de Mata Atlântica e cachoeiras, sendo o principal ponto turístico a Cachoeira do Andorinhão, bem como a Pedra de São Domingos, uma das mais famosas da região, que alcança 2.050 metros de altitude e é das únicas que se pode ir de carro até o topo, f**a em Córrego do Bom Jesus, fronteiriço com Cambuí.
Solo e Vegetação
O solo, fértil e profundo, sustenta uma vegetação de transição, onde remanescentes da Mata Atlântica e a vegetação típica de altitude se fundem, garantindo a proteção de importantes nascentes que banham o município. É uma geografia que moldou o destino de Cambuí, abençoando a terra com recursos naturais que sustentam a vida e a beleza da região.
Clima
Em Cambuí, o verão é com precipitação, de céu encoberto, úmido e morno; o inverno é curto, de céu quase sem nuvens e ameno. Ao longo do ano, em geral a temperatura varia de 10 °C a 29 °C e raramente é inferior a 7 °C ou superior a 33 °C.
As melhores épocas do ano para visitar Cambuí e realizar atividades de clima quente são do início de abril ao início de junho e do fim de julho ao fim de setembro.
A estação morna permanece por 3,8 meses, de 5 de dezembro a 30 de março, com temperatura máxima média diária acima de 28 °C. O mês mais quente do ano em Cambuí é fevereiro, com a máxima de 29 °C e mínima de 18 °C, em média.
A estação fresca permanece por 2,7 meses, de 15 de maio a 7 de agosto, com temperatura máxima diária em média abaixo de 24 °C. O mês mais frio do ano em Cambuí é julho, com a mínima de 11 °C e máxima de 23 °C, em média.
Em Cambuí, a porcentagem média de céu encoberto por nuvens sofre signif**ativa variação sazonal ao longo do ano.
A época menos encoberta do ano em Cambuí começa por volta de 3 de abril e dura 6,3 meses, terminando em torno de 13 de outubro.
O mês menos encoberto do ano em Cambuí é agosto, durante o qual, em média, o céu está sem nuvens, quase sem nuvens ou parcialmente encoberto 70% do tempo.
A época mais encoberta do ano começa por volta de 13 de outubro e dura 5,7 meses, terminando em torno de 3 de abril.
O mês mais encoberto do ano em Cambuí é janeiro, durante o qual, em média, o céu está encoberto ou quase encoberto 76% do tempo.
Economia
Cambuí é um município de grande relevância na região que se destaca pela alta regularidade das vendas no ano e pelo elevado potencial de consumo.
A economia, que no passado dependia quase exclusivamente da agricultura, hoje é um mosaico de oportunidades. O setor industrial e de serviços cresceu exponencialmente, aproveitando a logística privilegiada da Fernão Dias. Ao mesmo tempo, o agronegócio continua forte, com destaque para a produção de morangos, hortifrutigranjeiros e a pecuária leiteira, que mantêm viva a tradição e a força do campo.
De janeiro a março de 2026, foram registradas 1,2 mil admissões formais e 1 mil desligamentos, resultando em um saldo positivo de 145 novos trabalhadores. Este desempenho é superior ao do ano passado, quando o saldo foi de 98.
Até abril de 2026 houve registro de 5 novas empresas em Cambuí, sendo que uma delas atua pela internet. Neste último mês, uma nova empresa se instalou na cidade. Este desempenho é igual ao do do mês imediatamente anterior (1). No ano de 2025 inteiro, foram registradas 122 empresas.
Educação
Cambuí compreende que o conhecimento é a base para o desenvolvimento sustentável. Nos últimos anos, a cidade tem investido na ampliação do acesso à educação superior, trazendo polos de universidades e cursos técnicos que preparam os jovens para os desafios do mercado moderno. Esse movimento garante que o crescimento econômico seja acompanhado pela formação de mão de obra qualif**ada, permitindo que a nossa juventude construa carreiras sólidas sem precisar deixar a terra que amam.
Ensino Superior
No município de Cambuí está sediado um polo de apoio presencial da Universidade Aberta do Brasil, onde e oferecido o curso de Física graduação na modalidade a distância pela Universidade Federal de Itajubá e pela Universidade Federal de Lavras.
Turismo
O turismo em Cambuí é um convite à descoberta. As trilhas na serra, os picos com vista panorâmica e o ecoturismo atraem visitantes que buscam aventura e conexão com a natureza.
Cultura
Gastronomia
Cambuí, assim como muitas cidades de Minas Gerais, é reconhecida por sua gastronomia mineira, com pratos típicos como leitoa à pururuca, acompanhada de arroz branco, tutu e couve mineira, a panceta, o suan, a bisteca e o frango caipira, cozido na panela de pressão com o caldo amarelo. No entanto, para além das iguarias tradicionais mineiras, Cambuí também um prato típico local: o famoso virado de banana.
O virado de banana é uma receita tradicional local que leva apenas três ingredientes: banana, farinha de milho e queijo. Muito consumida nos lares cambuienses durante o café da manhã ou da tarde, por ser uma receita caseira, não é muito encontrada em restaurantes ou cafés da região, embora esse cenário esteja mudando.
A origem da receita não é clara, mas há relatos de que foi inventada na época dos Bandeirantes, que utilizavam os ingredientes produzidos na região.
O virado de banana foi registrado pela Prefeitura municipal de Cambuí como patrimônio imaterial por sua relevância cultural para a cidade em 2014. Em 2019 também passou a reconhecido pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais - IEPHA.
A cultura é a alma de Cambuí: as festas tradicionais, a culinária mineira de sabores inconfundíveis — com seu famoso pão de queijo e doces caseiros — fazem de cada visita uma experiência inesquecível.
Esporte
No esporte, a cidade é muito ativa. As competições de ciclismo, as corridas de montanha e o incentivo ao esporte de base nas escolas formam cidadãos saudáveis e fortalecem o espírito de união. As praças e centros esportivos são o ponto de encontro da comunidade, onde a saúde e o lazer se somam para criar um ambiente de bem-estar constante.
Referências para o texto: Wikipédia ; IBGE ; Weather Spark ; Caravela .

Endereço

Rio De Janeiro, RJ
22790060

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