Liner SCE

Liner SCE Uma empresa especializada exclusivamente em Comércio Exterior, consulte-nos.

LINER SERVIÇOS DE COMÉRCIO EXTERIOR LTDA, é uma empresa dinâmica, especializada exclusivamente em Comércio Exterior, racionalmente dimensionada, apta a oferecer a seus clientes serviços ágeis, com soluções precisas, a custos acessíveis, sem ônus excessivo e distorções de informações. Nosso objetivo atual é a especialização na qualificação da prestação de serviços de Logística Internacional e Despa

cho Aduaneiro, oferecendo para tanto, equipes competentes e eficazes para implementação de quaisquer assuntos de Comércio Exterior. Visando a maior agilidade a custos menores em regime de Terceirização, seja desde o contato internacional, preparo e viabilização legal de toda a documentação necessária, até a contratação de fretes internacionais, seguros, operações cambiais, fretes nacionais, terminais retro-portuários, serviços de unitização de carga, elaboração de documentos fiscais, liberação aduaneira junto à Receita Federal, e tudo o que mais for necessário para a finalização de cada exportação ou importação. A Terceirização da Logística de Comércio Exterior, opção moderna e da mais alta eficácia, trará para vossa empresa a tranquilidade de poder contar com a segura e competente administração de todas as obrigações e serviços pertinentes, refletindo em novas e satisfatórias vantagens, sem qualquer custo adicional, e, principalmente com a obtenção de preços extremamente competitivos no cumprimento de todas as etapas dos processos, quer de importação, quer de exportação, de acordo ao vosso plano estratégico de trabalho e comercialização. Afinal, vossa especialidade é produzir e comercializar, buscando reflexos lucrativos, deixando por nossa responsabilidade a ativação de todas as providências para a exportação do vosso produto ou o aprovisionamento ágil de matéria prima ou insumos no mercado internacional.

14/01/2019

Árabes importam maior volume de carne brasileira em 11 anos

Data de publicação:14/01/2019

Os países árabes importaram em 2018 o maior volume de carne bovina do Brasil dos últimos 11 anos. No total foram 341,66 mil toneladas que chegaram a 15 dos 22 países que compõem o bloco. O volume compõe 20,8% do recorde mundial de exportações alcançado pelo Brasil em 2018, reportado pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec). A receita gerada pelo comércio com os países árabes no último ano também foi destaque: US$ 1,13 bilhão, a maior dos últimos 6 anos. Entre os dez principais compradores da carne do Brasil estão três países árabes, que representaram 77,3% do total embarcado. São eles: Egito, maior importador da carne brasileira no bloco, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos. As informações foram divulgadas pela Agência Anba.

Fonte:Agência Anba - Anba

10/01/2019

Autor(a): JOSÉ BUENO

Advogado e consultor de empresas em Comércio Exterior

Entraves à exportação no Brasil

Data de publicação:03/01/2019

Panorama

O Brasil exportava, há uns 40 anos, aproximadamente US$ 26 bilhões e importava outro tanto, participando com 0,8% do mercado mundial de comércio.

Os valores exportados e importados foram se ajustando ao longo dos anos e, em 2017, o Brasil exportou US$ 220 bilhões e importou US$ 160 bilhões - e não passa de 1% do comércio mundial.

A balança comercial teve superávit superior a US$ 60 bilhões, mas os valores de exportação e importação foram inferiores aos valores de 4 anos atrás. Ou seja, geramos superávit reduzindo drasticamente as importações devido à longa crise econômica que o País enfrenta há 3 anos.

Não só não evoluímos no comércio exterior como regredimos.

No mesmo período de 40 anos atrás, a China exportava mais ou menos US$ 20 bilhões e importava outro tanto, com volume global inferior ao do Brasil. Hoje, a China representa mais de 20% do comércio mundial, e o Brasil continua em 1 a 1,1%. Países como Índia e outros emergentes também cresceram mais que o Brasil em comércio exterior.

Ou seja, nosso país estagnou em 1% enquanto muitos outros países passaram à frente. Como justificar ou analisar?

Temos ainda como agravante o fato de exportarmos produtos agrícolas e minérios e importar todo tipo de manufaturados, máquinas e equipamentos, eletrônicos, produtos químicos e farmacêuticos, agroquímicos, brinquedos etc

Exportamos minério de ferro e chapas grossas de aço como matéria-prima, a US$ 300/t, e importamos chapas finas como produto final a US$ 1.000/t ou mais, dependendo da especificação e composição química e aplicação do aço.

Exportamos óleo bruto (petróleo tipo pesado) e importamos óleo leve, querosene, metanol, gasolina, em valores acima de US$ 10/12 bilhões por ano, sempre pela Petrobrás, que tem o monopólio de tais produtos.

O Brasil ainda é um país fechado ao comércio internacional, tem muitas barreiras à importação, tanto tarifárias como não tarifárias, além de ter limitado acesso aos mercados externos para suas exportações.

Não podemos crescer nas exportações limitando nossas importações - o comércio internacional exige, como regra básica de intercâmbio, reciprocidade de tratamentos tarifários e não tarifários.

Exportar exige investimentos

Exportação exige esforço, perseverança, superação de obstáculo e ainda que o empresário faça investimentos de médio e longo prazos em sua estrutura de produção e comercialização, em equipamentos e tecnologias atualizados, desenvolvimento e atualização tecnológica de produtos, de controle de qualidade, de seus insumos e componentes e do produto final, invista na melhoria de toda a cadeia produtiva para garantir produto confiável e de qualidade competitiva no mercado internacional, garantindo, ainda, escala de produção para atender, com regularidade e eficiência, o mercado interno e os mercados externos.

Exige, também, investimentos em prospecção de mercados no exterior, viagens frequentes, envio de amostras, participação em feiras, exposições, missões comerciais, contratação de distribuidores e agentes de vendas nos países de destino de seus produtos, em apresentação de produtos, rotulagem e embalagem de qualidade, conhecendo e investindo em custos de logística e transporte internacional, documentação e desembaraço aduaneiro, serviços de transporte e armazenagem.

Exportar exige ainda conhecimento e experiência em negociações e contratos internacionais, domínio de inglês e outros idiomas, análise e avaliação de risco da operação, risco país e risco comercial, incoterms ou termos de negociação internacional, formação de preços em moeda de curso internacional e contratação de serviços especializados nessas atividades.

Infelizmente, poucos empresários e empresas têm essa visão ou estão preparados para investir em exportação e conquista dos mercados internacionais. A grande maioria de nossos empresários e de nossas empresas não têm qualquer preparo, experiência ou disposição de investir, por ignorância das reais potencialidades dos mercados externos, ou por acomodação. Todos querem vender, mas não querem ter trabalho nem gastos para conquistar novos mercados.

Competitividade internacional

Custos, Qualidade, Capacidade de Entrega (COST, QUALITY, DELIVERY)

O mercado internacional é muito competitivo e exigente quanto à qualidade dos produtos e serviços, custos de aquisição, logística e impostos, e quanto à capacidade de o fornecedor produzir e entregar os produtos nos prazos estabelecidos.

A qualidade dos serviços de pré e pós-venda é essencial, bem como informações corretas e completas sejam elas agilidade no atendimento, embalagem de qualidade, documentação correta e completa, pronto atendimento de eventuais problemas de logística ou mesmo de produto, cumprimento rigoroso de prazos e regularidade nos fornecimentos e embarques.

O exportador deve ter excelente imagem e reputação, como um verdadeiro reliable supplier.

Qualquer falha no atendimento e cumprimento de prazos já torna o fornecedor como não confiável (unreliable supplier) - e ninguém quer fazer negócios com quem não é confiável, não cumpre prazos, não mantém a regularidade dos fornecimentos, dos embarques ou da qualidade dos produtos.

As três regras de ouro da competitividade em comércio exterior pode ser resumida em três fatores básicos em comércio internacional: (1) ter custos competitivos; (2) ter qualidade assegurada dos produtos e dos serviços; e (3) ter capacidade de cumprimento de contratos, cumprir rigorosamente prazos de entrega e de embarque.

Em inglês, resumimos essas regras de ouro: Cost, Quality e Delivery.

Exportar melhora a empresa

Toda empresa que atua em comércio exterior tem grandes ganhos na melhoria de sua estrutura de administração, produção, controle de qualidade, atualização tecnológica, atendimento e serviços em geral.

Tem ainda ganhos de eficiência no planejamento e controle de produção, financeiros e administrativos, melhoria na capacidade de seus funcionários, operários, gerentes e administradores, que se tornam mais qualificados e mais proativos.

Qualidade total passa a ser parte da cultura da empresa, com ganhos de eficiência, produtividade e lucro.

Os clientes do mercado interno percebem que estão comprando produtos de melhor qualidade e recebem melhor atenção, melhores serviços pré e pós-venda. Isso resulta em mais vendas e lucros para a empresa exportadora.

Entraves às exportações

São vários os entraves às nossas exportações, tanto entraves internos como externos.

A respeito de entraves internos podemos citar alguns principais:

- falta de política eficiente de comércio exterior;

- estrutura deficiente de transportes rodoviários e ferroviários;

- estrutura portuária deficiente;

- custos de logística proibitivos e não competitivos no mercado internacional;

- elevada carga tributária para produção e comercialização;

- custos financeiros elevados e não competitivos no mercado internacional;

- falta de cultura exportadora tanto no governo como nos setores privados da indústria, comércio e serviços;

- baixa produtividade, exceto no setor agropecuário;

- falta de investimento em novas tecnologias, novos processos, novos equipamentos ou novos produtos;

- custos elevados de produção e distribuição;

- falta de investimento e conhecimento para atuar no mercado internacional com competência e competitividade;

- falta de capital e recursos para financiamento da produção e comercialização a custos competitivos; e

- despreparo e falta de disposição ou interesse dos empresários para investir e atuar em comércio internacional.

Os entraves acima são alguns dos fatores que denominamos CUSTO BRASIL - custos de falta de estrutura, falta de eficiência na produção e logística, além de elevados desperdícios que encarecem a produção e comercialização de nossos produtos no mercado internacional, o que impede que nossos preços e condições sejam competitivos, exceto em alguns produtos agrícolas e minerais para os quais temos condições de competir em qualidade, quantidade e preços mesmo a custos logísticos proibitivos que reduzem a margem dos produtores.

Os entraves externos são basicamente as barreiras tarifárias e não tarifárias que os demais países adotam para proteção de seus próprios mercados e suas políticas de trocas internacionais com base na reciprocidade.

As que mais afetam nossas exportações são as barreiras não tarifárias como sistema de cotas, controles fitossanitários e ecológicos e demais exigências que dificultam ou impedem a venda de produtos sujeitos a esses controles.

Gargalos na exportação

Os gargalos estão diretamente vinculados à falta e deficiência de infraestruturas rodoviárias, ferroviárias, portuárias e marítimas (nosso país não possui navios e linhas de navegação de longo curso, dependendo totalmente das embarcações de outros países). Geralmente, os fretes marítimos praticados para as exportações brasileiras são muito superiores aos fretes praticados no mercado internacional, em parte devido à demora na carga e descarga dos navios e precariedade dos nossos portos, aumentando os custos operacionais dos navios e os custos dos fretes.

Nossa estrutura portuária é deficiente, morosa e cara quando comparamos com outros países como Cingapura, Holanda, Hong Kong, Alemanha, EUA e muitos outros.

No Brasil, a movimentação e carregamento de container custa o dobro ou triplo dos custos nos países citados, algo como US$ 20/30 nos referidos países e mais de US$ 100 no Brasil. Velocidade de carregamento e produtividade nos portos também é fator importante - movimentação de 15-20 containers, por hora, no Brasil comparando com 50/60 ou mais containers, por hora, nos demais países citados.

Exportação de serviços

A exportação de serviços é importante para nosso país, pois indica capacidade de fornecimento de mão de obra especializada nas áreas de engenharia, processamento de dados e tecnologia da informação, serviços bancários, serviços de seguros, estudos de mercado, advocacia em geral, marketing e telemarketing, consultorias e auditorias, serviços médicos, construções de obras no exterior, treinamentos especializados, ensino em geral.

Os requisitos comentados anteriormente para exportação de produtos também aplicam-se, em parte, à exportação de serviços, como capacidade de investir e prospectar mercados no exterior, viagens, negociações e contratos internacionais, formação de preços competitivos em moeda estrangeira, cumprimento dos prazos, qualidade dos serviços prestados, suporte de pré e pós-venda desses serviços, garantias etc.

Evidente que há necessidade de contratos bem-estruturados que contemplem o escopo dos serviços contratados, condições, prazos, local de execução, local de entrega, custos e demais direitos e obrigações das partes contratantes, garantias e demais exigências em contratações internacionais.

A vantagem na exportação de serviços é que não incorrem em custos de logística local ou internacional, não precisam de documentação de embarque, não passam por controles aduaneiros, não sofrem barreiras tarifárias ou não tarifárias, ecológicas ou fitossanitárias.

Há países que têm boa parte de suas receitas decorrentes de serviços como turismo, serviços bancários, seguros, transporte marítimo e aéreo internacionais, telemarketing e processamento de informações, software e sistemas em geral.

As exportações de serviços no Brasil representam muito pouco, algo como 1% das exportações, mas tende a crescer e o governo tem programas para dinamizar essas exportações como informa a Apex.

Os serviços prestados no processo de exportação de mercadorias como transporte, logística, armazenagem, inspeções, serviços portuários etc. são inclusos no valor da mercadoria exportada e não são considerados exportação de serviços para fins de estatísticas de exportações. Estes serviços agregados ao valor das exportações podem representar mais de 20% do valor exportado, dependendo do produto, distância do transporte, modal, serviços especializados de logística, armazenagem e embarque.

14/11/2018

Imposto de Importação aumenta custos de produtos nacionais

Data de publicação:14/11/2018

Um estudo inédito do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) contabiliza que a sociedade brasileira gasta R$ 130 bilhões a mais para usufruir serviços, consumir produtos industrializados ou primários por causa de barreira tarifária. O valor equivale à "assistência efetiva", definida pelo Ipea como uma estimativa do valor líquido indiretamente recebido pelos produtores domésticos em função da proteção que as tarifas de importação proveem a esses produtores, permitindo que eles pratiquem preços mais elevados no mercado doméstico do que aqueles que prevaleceriam na ausência da tarifa.

De acordo com a nota técnica do Ipea, disponível no site do instituto, a indústria de transformação é a que mais se beneficia com a possibilidade de cobrança de Imposto de Importação. Em 2015, a tributação para produtos industrializados ergueu uma barreira equivalente a R$ 150 bilhões, que garante uma reserva de mercado.

Os benefícios para alguns setores econômicos custeados pela sociedade ainda são maiores. O estudo não contabiliza subsídios diretos, barreiras não tarifárias e desonerações de outros impostos.

O Ipea calcula que a "assistência efetiva" é maior para subsetores de produção de automóveis, caminhões e ônibus; de vestuário e acessórios, de têxteis; de biocombustíveis; e de informática, produtos eletrônicos e ópticos. A análise assinala que os setores de serviços, construção civil e a indústria extrativista não se beneficiam de barreiras tarifárias.







Fonte:Agência Brasil

24/07/2018

Mercosul e Cingapura começam a negociar acordo de livre comércio

Data de publicação:23/07/2018

As negociações para um acordo de livre comércio entre o Mercosul e a República de Cingapura começaram nesta segunda-feira (23). Delegados de ambas as partes se reuniram hoje em Puerto Vallarta no México, onde ocorre a 13ª edição da Cúpula da Aliança do Pacífico.

"Conforme definido no diálogo exploratório concluído em 25 de maio último, o futuro acordo comercial Mercosul - Cingapura deverá incluir, entre outros tópicos, comércio de bens e serviços, investimentos, facilitação de comércio, propriedade intelectual e compras governamentais", diz nota divulgada pelo Ministério das Relações Exteriores.

Ambas as partes elaboraram um documento estabelecendo os termos de referência para conduzir as negociações, cuja primeira rodada será realizada ainda este ano. O lançamento do entendimento com Cingapura acontece em "um contexto de grande dinamismo" da agenda externa do Mercosul.

Cingapura é considerada um referente do livre-comércio com uma ampla experiência em negociações comerciais, com mais de 20 acordos de grande alcance, e como um parceiro importante para o comércio de serviços internacionais.

Conforme o documento, Singapura é o primeiro país da Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean) com o qual o Mercosul começa a ter negociações comerciais.

Cingapura é o 16º destino das exportações do Brasil e o 38º principal país de origem das importações brasileiras. No ano passado, o comércio entre os dois países atingiu cerca de US$ 3,4 bilhões.

Cúpula

O presidente Michel Temer participa amanhã (24) da 1ª Reunião de Presidentes do Mercosul e da Aliança do Pacífico, em Puerto Vallarta (México). O encontro ocorre paralelamente à 13ª edição da Cúpula da Aliança do Pacífico. A expectativa é assinar um acordo sobre comércio de serviços entre o Mercosul e a Colômbia e outro sobre Cooperação e Assistência Administrativa Mútua em Assuntos Aduaneiros entre o Brasil e o México.

A Aliança do Pacífico foi estabelecida em 2011 e integra Chile, Colômbia, México e Peru. Dos quatro países que compõem o bloco, apenas o México não possui acordo de livre comércio com o Brasil.

O Mercado Comum do Sul (Mercosul) - Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai - tem como estados associados o Chile, Peru, Colômbia, Equador, Guiana e Suriname. A Bolívia está em processo de adesão ao bloco. (Com informações da EFE)

Fonte:Agência Brasil

05/06/2018

Mesmo com fim da greve, maioria dos contêineres segue represada no Porto

Data de publicação:05/06/2018

Quase 22 mil contêineres de importação já liberados pela Receita Federal ficaram retidos no Porto de Santos, durante a greve nacional dos caminhoneiros. Cinco dias após a liberação da vias, a maior parte desta carga ainda continua represada nos terminais. Enquanto isso, o movimento de navios segue intenso no canal de navegação. Para esta terça-feira (5), estão programadas as entradas de 16 embarcações e a saída de 20.

Fonte:A Tribuna

23/03/2018

China pressiona EUA a "retroceder" com países à beira de guerra comercial

Data de publicação:23/03/2018

A China pressionou os Estados Unidos nesta sexta-feira a "retroceder" uma vez que os planos do presidente norte-americano, Donald Trump, de adotar tarifas de até 60 bilhões de dólares sobre bens chineses deixaram as duas maiores economias do mundo mais perto de uma guerra comercial. O aumento das tensões provocou tremores nos mercados financeiros, com os investidores prevendo desastrosas consequências para a economia global se barreiras comerciais começarem a ser levantadas. As informações estão na edição de hoje do DCI.

Fonte:Diário do Comércio e Indústria - DCI

21/03/2018

G-20 discute protecionismo

Data de publicação:20/03/2018

Segundo noticiado pelo O Estado de S. Paulo, a reunião dos ministros das finanças do G-20, o grupo dos países mais ricos do mundo, começou ontem em Buenos Aires, com crescente temor de uma guerra comercial, após a decisão dos EUA de sobretaxar as importações do aço e alumínio. O encontro do G-20 reúne até hoje em Buenos Aires 22 ministros de finanças, 17 presidentes de bancos centrais e dez titulares de organismos internacionais, como o Fundo Monetário Internacional (FMI).

Fonte:O Estado de S.Paulo

21/03/2018

Transparência e agilidade são aguardados com projeto Pagamento Centralizado do Comércio Exterior

Data de publicação:19/03/2018

O projeto Pagamento Centralizado do Comércio Exterior permitirá conhecer as obrigações pecuniárias e o pagamento de impostos, taxas públicas e encargos privados correlacionados aos processos de importação e de exportação, de forma simples, automática e organizada.

Vinculado ao Portal Único do Comércio Exterior, o objetivo do projeto foi descrito pelo gerente de projetos da Receita Federal do Brasil, Marcelo de Sousa Silva, durante evento organizado pela Aliança Pró-Modernização de Comércio Exterior (Procomex), em São Paulo. "O pagamento é uma das partes mais sensíveis [das operações] e o objetivo do projeto é dar maior transparência, mostrar o valor a ser pago e o que foi efetivamente pago."

O recurso permitirá uma resposta online dos pagamentos, por meio de contas bancárias autorizadas pelas empresas, sem a necessidade de esperar dias. Será destinado ao pagamento de tributos federais, estaduais e todas as taxas vinculadas ao portal.

A partir do projeto espera-se a redução de dois dias no tempo entre a finalização do desembaraço aduaneiro e a liberação da carga do recinto alfandegário na importação, bem como a redução do tempo de licenciamento do processo de importação e de exportação, sem falar na maior transparência e contabilidade sobre os custos diretos dos processos de importar e de exportar, permitindo a evolução das políticas públicas do comércio exterior.

Outro ganho será o aumento do controle da arrecadação do ICMS (Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços) na importação, que será o primeiro tributo a ser implementado no sistema que está em desenvolvimento pelo Serpro/RFB.

O novo recurso garantirá informações antecipadas, íntegras e completas da Declaração de Importação (DI) e do Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante (AFRRM) no momento do registro da DI e retificadoras, mitigando retrabalho e reinserção de informações já enviadas. O ICMS será calculado pela Sefaz com integridade das informações na sua base de cálculo, eliminando fraudes. O pagamento será automatizado e toda documentação digital.

A construção do módulo Pagamento Centralizado será gradual. A primeira parte estará ligada às DIs de operações com exoneração integral do ICMS e para os Estados de São Paulo e Rio de Janeiro.

Está previsto para maio o piloto do sistema para os te**es e até julho deve ocorrer a implementação pela Sefaz. A entrega de débito automático é esperada para outubro, que coincide com a entrada em operação da DUImp (Declaração Única de Importação), um dos pré-requisitos para o pagamento centralizado.

(Edição: Andréa Campos)

Fonte:Aduaneiras

18/01/2018

Recuperação em 2017 anima calçadistas

Data de publicação:18/01/2018

A tímida recuperação registrada na demanda doméstica por calçados, tanto no mercado interno como internacional, animou os calçadistas para 2018. Embora o clima seja de cautela, em um ano com muitos feriados e eventos, como Copa do Mundo de futebol e eleições, a inadimplência em queda, a inflação e os juros baixos e a retomada da confiança por parte do consumidor formam um contexto de projeção positiva na avaliação da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados).

O presidente-executivo da entidade, Heitor Klein, destaca o leve crescimento no varejo ao longo de 2017, impulsionado sobretudo pela queda da inflação. Segundo ele, o incremento nas vendas internas, embora ainda tímidos, foram importantes para que a produção de calçados aumentasse mais de 3% ao longo do ano, mas o que "salvou" o setor foram as exportações. "A Abicalçados trabalha com duas preocupações quando se trata de análise de mercado, a demanda doméstica e o impacto da competitividade nas exportações", comentou. Com isso, o executivo avaliou que o crescimento das vendas internacionais no ano passado, de 1,2% em pares e 9,3% em receita em relação a 2016 (127 milhões de pares por US$ 1,09 bilhão, o melhor resultado desde 2013), teve papel determinante para o desempenho do setor calçadista.

Para 2018 a expectativa é de estabilidade na produção de calçados, apesar da previsão da Associação Brasileira dos Lojistas de Calçados e Artefatos (Ablac) de um crescimento na faixa de 3,5% nas vendas. "O câmbio tem papel determinante no desempenho da indústria. O dólar menos valorizado, além de encarecer o nosso produto para o comprador estrangeiro, acaba favorecendo as importações, que podem usufruir mais da expectativa do reaquecimento do mercado doméstico", comentou Klein.

Fonte:Assessoria de Imprensa da Abicalçados - Associação Brasileira das Indústrias de Calçados - Abicalçados

18/01/2018

País lidera exportações de tabaco

Data de publicação:18/01/2018

Pelo 25º ano consecutivo, o Brasil é o líder mundial em exportações de tabaco. A liderança no cenário internacional vem desde 1993 e reafirmou-se com os dados de 2017 divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC): foram exportadas 462 mil toneladas, movimentando US$ 2,09 bilhões.

De acordo com o presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), Iro Schünke, "depois de um primeiro semestre com queda de 15% nas exportações em relação ao mesmo período do ano anterior, os embarques se intensificaram na segunda parte do ano, mantendo o tabaco em folha entre os importantes produtos da pauta de exportações e assegurando novamente a liderança do País no concorrido mercado mundial".

O Brasil é responsável por cerca de 30% das exportações mundiais de tabaco. O produto representou 1% no total das exportações brasileiras de 2017 e 9,2% dos embarques do Rio Grande do Sul, que continua sendo o estado brasileiro que mais exporta tabaco (78% do total embarcado), com divisas que ultrapassaram US$ 1,63 bilhão no ano passado.

Em 2017, o tabaco em folha foi exportado para 94 países, mas oito países foram responsáveis por mais de 60% do montante embarcado. O Brasil continua na segunda posição do ranking mundial de produção, atrás somente da China.

Fonte: Assessoria de imprensa

18/01/2018

Agronegócio: saldo da balança comercial paulista sobe 3,7% e fecha 2017 em US$ 13,9 bilhões

Data de publicação:18/01/2018

Em 2017, as exportações do Estado de São Paulo somaram US$ 50,66 bilhões (23,3% do total nacional), e as importações, US$ 55,29 bilhões (36,7% do total nacional), registrando déficit de US$ 4,63 bilhões. Em relação ao ano anterior, o valor das exportações paulistas aumentou 9,6%, e o das importações 6,8%, reduzindo em 16,6% o déficit comercial, informa o Instituto de Economia Agrícola (IEA), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo.

O agronegócio apresentou exportações crescentes (+5,1%), atingindo US$ 18,84 bilhões; as importações setoriais também subiram (9,3%), somando US$ 4,94 bilhões, resultando em um superávit de US$ 13,9 bilhões, montante 3,7% superior ao verificado em 2016, afirmam Marli Dias Mascarenhas Oliveira e José Alberto Angelo, pesquisadores do IEA.

Os destaques nas exportações do agronegócio em 2017 foram: complexo sucroalcooleiro (US$ 8,28 bilhões, em que o açúcar representou 90,5% e o álcool 9,5%), carnes (US$ 1,90 bilhão, a carne bovina respondeu por 77,2%), sucos (US$ 1,85 bilhão, dos quais 95,8% referentes a suco de laranja), produtos florestais (US$ 1,72 bilhão), e complexo soja (US$ 1,34 bilhão). Esses cinco agregados representaram 80,1% das vendas externas setoriais paulistas.

Com relação ao destino das exportações paulistas, a União Europeia ocupa a primeira posição com US$ 2.843,7 milhões, o que representa 15,1% das vendas do agronegócio paulista. A China ocupa o segundo lugar com 11,6%, sendo 50,3% deles referentes ao complexo soja e 21,6% do grupo de carnes. Na sequência aparecem os Estados Unidos (10%), tendo os dois principais grupos de produtos, sucroalcooleiro (31,5%) e sucos (21,1%), mais de 50% de representatividade.

Fonte:Assessoria de Imprensa da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo - Governo SP

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