Espaço Luz da Alma

Espaço Luz da Alma Não facilito milagres. Conduzo mulheres prontas para atravessar e sustentar a própria transformação. Criadora da MTA | +5.000

6 mil pessoas por aqui. 6 mil histórias. 6 mil possibilidades de conexão. ✨Hoje meu coração é só gratidão. 🤎Quando comec...
01/09/2026

6 mil pessoas por aqui. 6 mil histórias. 6 mil possibilidades de conexão. ✨

Hoje meu coração é só gratidão. 🤎

Quando comecei essa caminhada, eu não imaginava quantas pessoas chegariam até aqui, compartilhando comigo suas dúvidas, seus processos, suas dores, seus recomeços e, principalmente, suas transformações.

Cada seguidor que chegou, cada mensagem, cada comentário, cada pessoa que confiou no meu trabalho… tudo isso faz parte da história da Carla Ribeiro e daquilo que acredito: que quando nos permitimos olhar para dentro, algo começa a se transformar por fora também.

Esses 6 mil não são apenas um número.
São 6 mil encontros que a vida permitiu acontecer. 🌿

Obrigada por estar aqui, por caminhar comigo e por fazer parte desse espaço.

Que possamos continuar crescendo, aprendendo, nos transformando e transbordando alma por onde passarmos. ✨

6 mil vezes: GRATIDÃO! 🤎

Você não precisa esperar a dor desaparecer para voltar a se movimentar.Existem fases em que reconstruir a própria vida s...
25/08/2026

Você não precisa esperar a dor desaparecer para voltar a se movimentar.

Existem fases em que reconstruir a própria vida significa simplesmente fazer o possível: tomar banho, trabalhar, cuidar da casa, responder uma mensagem, sair para caminhar, voltar a criar.

Isso não diminui aquilo que você sente.
E também não significa que você está deixando alguém para trás.

Significa que você está aprendendo a carregar a sua história sem deixar de caminhar.

A reconstrução emocional começa muitas vezes assim: não com uma grande transformação, mas com um pequeno movimento em direção à própria vida.

Se você está vivendo uma fase de recomeço, salve este post. Talvez você precise reler isso em outro dia.

Talvez uma das coisas mais difíceis do luto seja perceber que, enquanto o nosso mundo parece ter parado, a vida continua...
24/08/2026

Talvez uma das coisas mais difíceis do luto seja perceber que, enquanto o nosso mundo parece ter parado, a vida continua acontecendo.

O sol nasce.
As pessoas trabalham.
As mensagens chegam.
As contas vencem.
A casa continua ali.
E, aos poucos, alguém pergunta:

“E agora, como eu volto para a minha vida?”

Eu ainda não tenho essa resposta.

Estou descobrindo.

Porque voltar não significa acordar um dia e estar bem.

Não significa deixar de sentir saudade.

Não significa guardar as lembranças numa gaveta e seguir como se nada tivesse acontecido.

E muito menos significa deixar quem partiu para trás.

Retomar a vida é aprender a carregá-la dentro de nós de uma maneira diferente.

É continuar vivendo sabendo que existe uma cadeira vazia.

É voltar a rir sem sentir que estamos traindo quem se foi.

É fazer planos novamente, mesmo carregando saudade.

É cuidar da nossa casa, do nosso trabalho, das pessoas que ficaram… e também de nós.

É entender que o amor não termina quando a presença física termina.

Ele muda de lugar.

Antes, eu podia abraçar minha mãe.

Agora, vou precisar encontrá-la nas lembranças, nos ensinamentos, nas manias que talvez eu tenha herdado sem perceber e em tantas partes de mim que ela ajudou a construir.

Por isso, eu não quero falar em “superar”.

Eu quero falar em continuar.

Continuar vivendo.

Continuar amando.

Continuar sendo filha, mesmo sem poder mais ser filha do mesmo jeito.

E, principalmente, continuar sendo eu — levando comigo tudo aquilo que a minha mãe deixou em mim.

Talvez seja isso que o luto nos ensina:

algumas pessoas deixam de caminhar ao nosso lado, mas continuam caminhando dentro da gente.

Então, sim…

Eu estou voltando.

Devagar.

Com saudade.

Com dias bons e dias difíceis.

Com lágrimas que ainda chegam sem avisar.

Mas também com a certeza de que a vida que ficou merece ser vivida.

E talvez essa seja a forma mais bonita de honrar quem partiu:

continuar vivendo. 🤍

Fiquei completamente afastada daqui nos últimos dias.Minha mãe estava há dois anos lutando contra um câncer no fígado. M...
23/08/2026

Fiquei completamente afastada daqui nos últimos dias.

Minha mãe estava há dois anos lutando contra um câncer no fígado. Mas, nos últimos 15 dias, tudo se agravou de uma forma tão intensa que assistir ao sofrimento dela foi, talvez, uma das coisas mais difíceis que já vivi.

E, em meio à dor, nós só tínhamos um desejo: que ela pudesse descansar.

Minha mãe foi a mais velha de 10 irmãos. Criou 4 filhos. Viveu um relacionamento abusivo. Enfrentou muitas coisas que poderiam ter feito qualquer pessoa desistir.

Mas ela não.

Minha mãe era dessas mulheres que não entregavam os pontos.

Tinha apenas 1,50 m de altura, mas ocupava um espaço enorme na vida de quem estava ao redor dela.

Era vaidosa, extremamente caprichosa, organizada, cuidadosa com tudo e, principalmente, com os filhos e netos. Não media esforços para ajudar quem amava.

E talvez por isso tenha sido tão difícil vê-la sofrer tanto.

Ao mesmo tempo em que doía vê-la daquele jeito, nós ficávamos admirados com a força que ela ainda encontrava para permanecer.

Ela resistiu.

Aguardou.

Agarrou-se à vida.

Até conseguir ver os quatro filhos perto dela para se despedir.

E então, no dia 20 de agosto, ela partiu.

Minha mãe desencarnou.

E nós ficamos com aquela mistura impossível de explicar: a dor imensa da perda e, ao mesmo tempo, a paz de saber que ela finalmente descansou.

Ainda não sei exatamente como será daqui para frente.

Sei apenas que serão muitas as lembranças.

Dos seus cuidados.
Das suas manias.
Da sua vaidade.
Do seu jeito de organizar tudo.
Da sua força.
Da maneira como dava presentes de forma escondida para os filhos e netos.
Do seu amor.
E de tantos ensinamentos que ela deixou em nós sem sequer perceber.

O luto tem disso.

A pessoa parte, mas aquilo que ela construiu dentro da gente permanece.

Por enquanto, estou aprendendo a conviver com a saudade, com o silêncio e com essa nova realidade.

E, aos poucos, vou voltando.

Não para a vida que eu tinha antes.

Mas para a vida que ficou.

Mãe, descanse.
A senhora já fez muito.
E deixou muito de si em nós. 🤍

✨ Julho foi um mês de movimento.Entre atendimentos, ativações, aprendizados, risadas, desafios e muitos recomeços… fui l...
31/07/2026

✨ Julho foi um mês de movimento.

Entre atendimentos, ativações, aprendizados, risadas, desafios e muitos recomeços… fui lembrando que prosperidade também mora nos pequenos momentos.

Nem tudo foi perfeito. Mas tudo teve propósito.

Que agosto encontre uma versão minha mais leve, mais alinhada e ainda mais conectada com a missão de servir mulheres que decidiram parar de sobreviver e começar a transbordar. 🤍

Obrigada, julho. Você deixou marcas bonitas.

E por aí… qual foi o momento que mais marcou o seu mês? 💭✨

31/07/2026

A mente da mulher sobrecarregada começa a dar sinais muito antes de ela perceber.

Esquecimentos, irritação, dificuldade para tomar decisões, sensação de estar sempre cansada… Isso não significa fraqueza. Muitas vezes, é um cérebro tentando dar conta de tudo ao mesmo tempo.

Se você se identificou com esse vídeo, saiba que existe um caminho para recuperar o equilíbrio sem precisar continuar carregando tudo sozinha. 💙

✨ Através da MTA, eu ajudo mulheres a entenderem a origem dessa sobrecarga e desenvolverem estratégias para viver com mais leveza, clareza e qualidade de vida.

📩 Me chama no direct com a palavra MTA e eu vou te explicar como funcionam os meus atendimentos.”

👉 Salve esse vídeo para lembrar desses sinais e compartilhe com uma mulher que precisa ouvir essa mensagem hoje.

Endereço

Sapucaia Do Sul, RS

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Espaço Luz da Alma posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Atalhos

Compartilhar