Não é mais aceitável :
• Abastecer-se da agua nos fontanários (não ter conexões em rede)
• Viver em casas de lata pela falta dum serio plano de “casa para todos” que possa garantir uma équa dignidade as famílias desfavorecidas
• Aceitar as interrupções de energia elétrica sem pré-aviso nenhum (estrago continuo de aparelhos elétricos sem ter direito de receber nenhuma indemnização)
• Voar no arqui
pélagos pagando valores superior ao salario mínimo
• Não dispor dum regular e continuativo serviço de transportes navais inter-ilhas
• Pagar até 200% de direitos alfandegários para liberar a própria mercadoria recebida da o estrangeiro
• Não dispor duma sanidade digna de ser definido como tal ou seja que não tenha condições para cuidar da saúde dos seus cidadãos
• Continuar a aceitar de ser atendidos com suficiência e desrespeito por parte da publica administração (ou aceitar sistemáticas informaçoes que “agora ka tem sistema”)
• Dever desenrolar processos administrativos sendo obrigado a entregar as autoridade documentos que são emitidos mesmo por parte das estruturas publicas (é a publica administração ao serviço dos utentes e não eles ao serviço da publica administração)
• Continuar a aceitar a presencia de lobbies partidárias ou profissionais como no caso dos médicos que se deslocam nas ilhas para prestar serviços particulares praticando preços exagerados aproveitando da falta de respostas adequadas por parte do serviço de saúde publica. Como também dos privilégios reservados pelos políticos que podem gastar valores relevantes que ficam ao cargo dos contribuintes
• Não conseguir, em tempos razoáveis, a emissão dos vistos para os cabo-verdianos que quer viajar pelo estrangeiros
• Continuar a gerir o setor do turismo sem ter a capacidade de atrair os turistas também durante o verão eliminando de fato a “baixa temporada”
• Não ter a capacidade de elevar o País a ser um sitio de interesse mundial realizando hubs nos setores da aviação, da marina, da bolsa valores, da saúde, de desporte d’agua, da informática e do teletrabalho
• Continuar a aceitar infraestruturas arcaicas e primitivas sem prospetivas de melhoramentos relevante e rápidos