Câmara de Comércio de Moçambique

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Visite o Stand da CCM na FACIM, pavilhão do IPEME
20/08/2026

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Conferência Internacional de Investimentos de GazaGoverno provincial reforça parceria com CCM para impulsionar a agro-in...
19/08/2026

Conferência Internacional de Investimentos de Gaza
Governo provincial reforça parceria com CCM para impulsionar a agro-indústria

A Câmara de Comércio de Moçambique (CCM) manteve, nesta quarta-feira, um encontro de cortesia com o Governador da Província de Gaza, Alfeu Cuna, e o Secretário de Estado daquela província, Jaime Neto. O encontro enquadra-se no seguimento dos preparativos da Conferência Internacional de Investimentos de Gaza-2026, cujo lançamento oficial está marcado para o dia 10 de Setembro, em Maputo, enquanto o evento principal terá lugar nos dias 27 e 28 de Novembro, em Bilene, Província de Gaza.

O recém empossado destacou as potencialidades da província nos sectores da agricultura, turismo, pecuária, mineração, pesca e energia, observando que a realização da conferência surge da necessidade de atrair investimentos que contribuam para a industrialização da província, criação de emprego e valorização dos recursos locais.

Nesta parceria, o Governador de Gaza, Alfeu Cuna, acompanhado pelo Secretário de Estado, Jaime Neto, reiterou a solicitação de apoio da CCM na mobilização de empresários e investidores nacionais e internacionais para o evento.

Por sua vez, o Presidente da CCM, Lucas Chachine, reiterou a abertura para acolher a iniciativa, considerando-a alinhada com o plano estratégico da CCM de transformar projectos em resultados concretos. Igualmente, garantiu que a CCM vai mobilizar empresários e investidores para a conferência, pois esta é uma oportunidade para fortalecer a economia daquela província.

No mesmo desenvolvimento, disse que será uma oportunidade para revitalizar as exportações da Província de Gaza, particularmente de produtos como cereais, carnes, castanha de caju, entre outros.

Refira-se que a CCM defende que o crescimento das MPME passa pela capacitação dos empresários para aumentar a produção, a produtividade e as exportações e, assim, reduzir as importações.

Paralelamente, passa por buscar fontes alternativas de financiamento a estas empresas, uma vez que a maioria ainda não consegue responder às exigências da banca comercial.

Chachine observou que o foco deve ser capacitar empresários, transferir tecnologias e partilhar experiências, de modo a impulsionar a industrialização local.

Caro Empresário,A Câmara de Comércio de Moçambique (CCM) convida a V.Excia a participar no evento de celebração dos 46 a...
19/08/2026

Caro Empresário,

A Câmara de Comércio de Moçambique (CCM) convida a V.Excia a participar no evento de celebração dos 46 anos da CCM e lançamento da Revista CCM Business, a ter lugar na FACIM, no Auditório da APIEX, no dia 02 de Setembro, às 14 horas.

Espaços limitados.

Registe-se já e garanta a sua participação!

Link: https://forms.gle/8AhNSG1HrXw4ddR36

Para mais informações: +258 87 248 3632

VISITE O STAND DA CCM E SEUS MEMBROS, NA FACIM, PAVILHÃO DO IPEME
17/08/2026

VISITE O STAND DA CCM E SEUS MEMBROS, NA FACIM,
PAVILHÃO DO IPEME

Caro empresário,Participe no B2B entre empresários de  Moçambique e Hunan, a decorrer no dia 01 de setembro, às 14horas,...
17/08/2026

Caro empresário,

Participe no B2B entre empresários de Moçambique e Hunan, a decorrer no dia 01 de setembro, às 14horas, na FACIM.

Link para inscrições: https://forms.gle/1s8FNyDi6dGVTyJaA

Para mais informações:+258 872483632
[email protected]

CCM defende facilitação do acesso das MPME a financiamento, seguros e fundos de pensõesA Câmara de Comércio de Moçambiqu...
12/08/2026

CCM defende facilitação do acesso das MPME a financiamento, seguros e fundos de pensões

A Câmara de Comércio de Moçambique (CCM) defendeu nesta quarta-feira (12/08) a necessidade de facilitar o acesso das Micro, Pequenas e Médias Empresas (MPME) a alternativas de financiamento, seguros e fundos de pensões, considerando estes instrumentos, também, fundamentais para o crescimento e a sustentabilidade empresarial.

A posição foi apresentada pelo Vice-Presidente da CCM para Assuntos Externos, Dixon Chongo, durante o workshop sobre Soluções de Financiamento, Seguros e Fundos de Pensões para PME, que reuniu empresários e representantes dos sectores bancário e segurador moçambicanos.

Reconhecendo o papel das MPME na criação de emprego, geração de rendimento e dinamização da economia, Dixon Chongo destacou a necessidade de os empresários conhecerem as diferentes soluções de financiamento disponíveis e os respectivos requisitos de acesso, de modo a tomarem decisões tendo em conta as exigências do mercado.

Segundo o Vice-Presidente da CCM, o conhecimento e utilização destes instrumentos permitem às empresas melhorar a gestão e mitigação dos riscos empresariais, proteger os seus activos, trabalhadores e reduzir situações que possam comprometer a continuidade dos negócios.

O workshop contou com a participação da EMOSE, do Banco Nacional de Investimentos (BNI), da Moçambique Previdente, Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM) e da extinta Mozal, que apresentaram soluções nas áreas de financiamento, seguros e previdência complementar.

Na ocasião, Rachid Maboia, da EMOSE, abordou o papel dos seguros na protecção das empresas contra os diferentes riscos associados às suas actividades. A seguradora observou a importância de as MPME adoptarem mecanismos de gestão e transferência de riscos, como forma de proteger os seus trabalhadores e operações, e garantir estabilidade dos negócios.

Por sua vez, Ancha Omar, representante do BNI, apresentou alternativas de financiamento, com particular enfoque no apoio a empresas lideradas por mulheres, visando a implementação de projectos, o aumento da capacidade produtiva e a expansão das suas actividades.

Na sua intervenção, a Directora Comercial e de Marketing da Moçambique Previdente, Ilda Matabel, que apresentou a instituição, explicou a importância dos fundos de pensões enquanto instrumento de previdência complementar e de protecção financeira dos trabalhadores. Explicou que estes mecanismos permitem às empresas criar soluções de poupança de longo prazo, contribuindo para garantir segurança financeira aos trabalhadores e às suas famílias, particularmente no período pós-reforma.
Matabel salientou ainda que a adopção de fundos de pensões pode constituir uma ferramenta de gestão de recursos humanos, permitindo às empresas reforçar os seus benefícios sociais, melhorar a capacidade de retenção de trabalhadores e promover maior estabilidade nas relações laborais.

Durante o workshop, os Caminhos de Ferro de Moçambique e a extinta Mozal, representados por Marta Mapilele e Celma Daúde, respectivamente, partilharam as suas experiências na utilização de fundos de pensões e apelaram aos empresários para que considerem a adopção destes mecanismos como forma de assegurar maior protecção e segurança do recurso humano.

# Fundo

Caro Empresario,Participe no Fórum de Negócios da União Africana, consolide parcerias  económicas, negócios, e investime...
07/08/2026

Caro Empresario,

Participe no Fórum de Negócios da União Africana, consolide parcerias económicas, negócios, e investimentos entre países africanos.

*Data:* 2 a 4 Outubro
*Local:* El Alamein, Egipto

Inscreva-se através do link: forms.gle/Vvtr92SEamqn5b447

*Para mais informações:* +258 87 248 3632/ [email protected]

CCM, ANDITUR, CTA e FEMOTUR socializam Estratégia do MICE junto do sector privadoA Câmara de Comércio de Moçambique (CCM...
06/08/2026

CCM, ANDITUR, CTA e FEMOTUR socializam Estratégia do MICE junto do sector privado

A Câmara de Comércio de Moçambique (CCM), em parceria com a Agência Nacional para o Desenvolvimento e Investimento Turístico, FP (ANDITUR, FP), a Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) e a Federação Moçambicana de Turismo e Hotelaria (FEMOTUR), promoveu, esta quinta-feira (06/08), uma sessão de socialização da Estratégia Nacional do MICE (Meetings, Incentives, Conferences and Exhibitions), com o objectivo de dar a conhecer o projecto e recolher contribuições do sector privado para o desenvolvimento do turismo de negócios em Moçambique.

A iniciativa reuniu empresários, operadores turísticos e outros intervenientes da cadeia de valor do turismo, num exercício destinado a identificar oportunidades e acções prioritárias para tornar o país mais competitivo na realização de conferências, congressos, feiras, exposições e outros eventos de dimensão nacional e internacional.

Na ocasião, o Vice-presidente do Pelouro do Turismo da CCM, Emerson Guita, afirmou que o MICE deve ser visto como um instrumento estratégico para a promoção do investimento, facilitação do comércio, qualificação dos recursos humanos, melhoramento das infra-estruturas e aumento da competitividade nacional e internacional.

Segundo Guita, cada congresso, feira ou conferência representa uma oportunidade para atrair investimento, promover a actividade económica, estimular a criação de emprego e dinamizar diversos sectores da cadeia de valor, desde a hotelaria, transportes, restauração até às tecnologias de informação, comunicação, logística e outros serviços.

Por sua vez, a CTA defendeu que o MICE deve constituir uma ferramenta para a transferência de conhecimento e promoção do potencial económico e turístico do país, posicionando Moçambique como um dos principais destinos de turismo de negócios da região.

Durante o debate, os empresários mostraram-se favoráveis à implementação da Estratégia Nacional do MICE. No entanto, defenderam que as iniciativas decorrentes deste projecto, como feiras, conferências, missões empresariais e acções de capacitação, não se limitem à cidade de Maputo, mas sejam igualmente promovidas nas restantes províncias do país.

Segundo os participantes, a descentralização das actividades do MICE contribuirá para dinamizar as economias provinciais, aumentar a procura das unidades hoteleiras, valorizar as potencialidades turísticas de cada região e integrar um maior número de Micro, Pequenas e Médias Empresas (MPME) na cadeia de valor do sector.

No encerramento da sessão, o Presidente da FEMOTUR, Yassin Amugy, afirmou que a independência económica de Moçambique passa, necessariamente, pelo fortalecimento do empresariado nacional.
Para Amugy, o Governo deve proteger os interesses do empresariado nacional, criar condições para que as empresas moçambicanas cresçam, se tornem mais competitivas e assumam um papel de maior protagonismo na economia.

Refira-se que o Conselho de Ministros aprovou, na passada terça-feira (04/08), a Resolução que aprova a Estratégia Nacional do MICE-Turismo de Negócios em Moçambique 2026-2030, focado no turismo voltado para reuniões, incentivos, conferências e feiras/eventos, um dos segmentos especializados mais rentáveis da indústria do turismo.
Entre os principais eixos do instrumento destaca-se a criação do Convention Bureau de Moçambique, entidade que terá a responsabilidade de promover o país como destino de turismo de negócios, captar conferências, congressos e outros eventos internacionais, bem como impulsionar programas de capacitação dos operadores do sector, promover a melhoria das infra-estruturas necessárias para acolher eventos de dimensão regional e internacional.

06/08/2026

Apresentação Estratégia do MICE

CCM e UNECA reforçam cooperação para incluir MPME no comércio intercontinental AfricanoO Conselho Directivo da Câmara de...
04/08/2026

CCM e UNECA reforçam cooperação para incluir MPME no comércio intercontinental Africano

O Conselho Directivo da Câmara de Comércio de Moçambique (CCM) e da Câmara de Comércio de Moçambique Investimentos recebeu, esta terça-feira (04/08), o Secretário Executivo da Comissão Económica das Nações Unidas para África (UNECA), Claver Gatete. O encontro de trabalho visou definir estratégias de cooperação e de implementação conjunta do Acordo de Comércio Livre Continental Africano, com vista a acelerar o crescimento das Micro, Pequenas e Médias Empresas (MPME).

Na ocasião, a Vice-Presidente da CCM para Assuntos Internos, Ilda Matabel, disse que, entre os objectivos estratégicos da Câmara, está a capacitação técnica dos empresários para produzirem com qualidade, na perspectiva de abastecer o mercado interno e exportar o excedente; a promoção da certificação dos seus produtos, de modo a facilitar o acesso das MPME aos mercados nacional, regional e internacional.

Ilda Matabel acrescentou que o foco da CCM estende-se igualmente ao apoio às MPME na identificação de fontes alternativas de financiamento, uma vez que estas ainda enfrentam limitações no acesso ao crédito da banca comercial, bem como ao incremento da produtividade das empresas e à instalação de indústrias em toda sua cadeia de produção. Segundo a dirigente, estes factores são fundamentais para impulsionar a industrialização, gerar emprego e dinamizar a economia nacional.

Por sua vez, Claver Gatete afirmou que as prioridades da CCM estão alinhadas com as da UNECA, centradas no fortalecimento das MPME dos países africanos. Neste sentido, manifestou a disponibilidade da organização para trabalhar em estreita colaboração com a Câmara no fortalecimento das empresas associadas, através de programas de capacitação, certificação e facilitação do acesso aos mercados regionais e continentais.

Para a UNECA, o fortalecimento das MPME constitui um instrumento essencial para reduzir a pobreza no continente africano. Neste contexto, defende o apoio à produção e processamento local, à formalização e certificação das empresas, bem como à criação de condições para que estas possam abastecer o mercado interno e expandir as exportações, tornando os produtos moçambicanos mais competitivos e presentes nos mercados regionais.

O responsável observou ainda que a parceria deverá incluir o reforço das capacidades produtivas das MPME, permitindo-lhes produzir em escala e com consistência.
"Queremos trabalhar com a CCM para a implementação do Acordo de Comércio Livre Continental Africano. Estamos disponíveis para prestar assistência técnica às MPME, de modo que cumpram todos os requisitos necessários para actuarem neste mercado", afirmou Claver Gatete.

Refira-se que a UNECA manifestou igualmente disponibilidade para apoiar a criação de uma plataforma de ligação entre agentes económicos africanos, permitindo aproximar empresas de diferentes países, entre os quais Etiópia, Serra Leoa, Botswana, Zimbabwe, Zâmbia e África do Sul, onde a instituição já mantém parcerias com as respectivas câmaras de comércio.

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